“Tudo é duplo; tudo tem dois pólos; tudo tem o seu par de opostos; os semelhantes e os antagónicos são o mesmo; os opostos são idênticos em natureza mas diferentes em grau; os extremos tocam-se; todas as verdades são semi- verdades; todos os paradoxos podem reconciliar-se”
Tudo é dual no universo, tudo tem duas faces, a polaridade mantém o ritmo da vida. Conhecemos a existência de algo pelo contraste do seu oposto. Mas é necessário haver interação entre os dois opostos para que a criação aconteça. Os dois opostos têm de ser dinâmicos para que haja equilíbrio e harmonia entre esses opostos. Não bastando assim a dualidade, mas a necessária polaridade.
Qualquer fenómeno tem a possibilidade da sua manifestação contrária, e é possível mudar algo não desejável na sua condição oposta. Esta é a base da transmutação mental, a arte de polarizar. O não desejado pode ser neutralizado, mudando a sua polaridade. Os extremos tocam-se; os dois extremos da polaridade atraem-se mutuamente. É por esta razão que é mais fácil transformar o ódio em amor (partir do ódio até ao amor) do que a partir da indiferença.
Este princípio, a nível prático, permite apreciar os obstáculos da vida no seu justo valor, já que possibilita que uma situação conflituosa possa ser mudada gradualmente através de uma adequada polarização do oposto. A mudança de um grau a outro da escala vibratória consegue-se mediante a vontade e o auto-domínio. Porque experienciar dilemas internos é a natureza do homem. Uma titânica luta do bem contra mal.
Se o universo é dual, não podemos de todo extrair redutores exemplos, mas no entanto, aqui deixo alguns:
Luz /escuridão; Amor/ódio; Espírito/matéria; Vida/morte; Bem/ mal; Vigília/sono; Coragem/medo; Alegria/ tristeza
E muitos haveria a acrescentar….
O nosso cérebro, também ele é constituído de polaridades, existe o hemisfério direito que comanda as emoções, e o hemisfério esquerdo, que comanda o lado racional. Precisamos diariamente equilibrar o lado emocional e o lado racional, sendo que, por vezes, prevalece um mais do que o outro, não existe o mais ou menos importante, o ideal é termos o equilíbrio, não sermos nem demasiado emocionais nem demasiado racionais. E, é nesse equilíbrio que reside a verdadeira evolução do ser humano.
As lutas titânicas do Ser:
razão/emoção ; querer/dever; eu/outro; quem eu sou/quem eu queria ser e, não querendo esquecer o Ser/Ter (deixo discussão para outras batalhas).
No que toca à arte real, onde a dualidade abrange toda a sua simbologia, destaco o pavimento mosaico, o chão de xadrez preto e branco, sendo que a cor branca e preta refletem a polaridade positiva e negativa da natureza, e a dualidade do bem e do mal, e, é esse chão que o iniciado percorre, oscilando entre um e outro pólo, enfrentando os perigos e lutando contra as adversidades, numa constante busca da perfeição.
O Pavimento Mosaico representa o caminho de cada um de nós, com as suas luzes e sombras, as suas seguranças e perigos, o lado bom e o lado mau da vida. O Pavimento mosaico é a nossa própria vida em perpétuo movimento.
Um simples pavimento mosaico serve de ponto de partida para a mais profunda introspeção de um maçon, que lhe recorda que o principal do seu trabalho faz-se no confronto de si consigo próprio, no uso frequente e equilibrado das duas grandes ferramentas de que dispõe naturalmente, a sua Razão e a sua Intuição, para trilhar sozinho os seus caminhos e, descobrir que, afinal, o que vai encontrar são novas encruzilhadas que abrem novos desafios à perpetuação da vida. (Fonte: www.udjat.pt)
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quarta-feira, 4 de abril de 2018
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Hermes Trimegisto - O princípio da vibração
O conjunto de emoções e sentimentos que moldam a consciência através da experiência (vivida ou transmitida) garantiram ao homem (e talvez a outros seres) um sentido único de perceber e se contextualizar no universo que nos rodeia.
Ao longo da história podemos perceber um fio condutor de transmissão de conhecimento e tradições. Fio condutor esse que, atualmente, se pode resumir naquilo que é a Maçonaria, mas que foi tendo e possivelmente terá vários nomes.
Essa tradição permite-nos, sobretudo através do uso dos símbolos, ter uma noção daquilo que rege as leis físicas desde um momento criador. Quando me refiro a leis físicas refiro-me também à Física ou Mecânica daquilo que é imaterial ou dito espiritual.
Os ensinamentos de Hermes Trimegisto são uma emanação dessa mesma consciência do indivíduo no Todo. A tradução escrita desses ensinamentos chegam-nos através do Kybalion, cuja autoria é desconhecida e por simbologia ao próprio Trimegisto é atribuída aos 3 iniciados. O Kybalion dedica um capítulo a cada um dos 7 princípios ou leis da tradição Hermética.
Este trabalho é dedicado ao Princípio da Vibração; mas este mesmo princípio está, quanto a mim, diretamente ligado na sua essência aos princípios da polaridade, correspondência e polaridade. Pelo Princípio da Vibração, Hermes diz-nos que “nada está parado, tudo se move, tudo vibra”. Por este princípio, tudo no universo é constituído por vibração. E, assim, a distinção entre Matéria, Energia, Mente e Espírito resume-se a apenas diferentes estados de vibração. Este princípio diz-nos também que a iniciação e o estudo nas leis de Hermes permite-nos alcançar estados de vibração cada vez mais elevados. Talvez possamos encontrar um eco desta lei nas afirmações de Descartes ou Espinosa, onde o divino está ao alcance do Humano pela consciência da Natureza e da sua tradução lógica.
Este princípio remete-nos também áquilo que são os desafios e as mais excitantes descobertas da Física moderna. Nos últimos anos a mecânica quântica tenta descrever aquilo que é a natureza do átomo. Para Demócrito – talvez o primeiro a descrever (de uma forma filosófica ou epistemológica, é claro) o que é o átomo – se dividíssemos constantemente toda e qualquer matéria chegaríamos a uma partícula fundamental, indivisível e criadora de toda a matéria, mas que, por si só, não é matéria – o átomo. Para Demócrito e mais tarde também para Lucrécio, o átomo é imprevisível e aleatório e permitia por isso explicar as mutações periódicas da Natureza.
O conceito Físico (da Física Quântica) de átomo é ligeiramente diferente daquele apresentado por Demócrito. A Física moderna demonstrou-nos que o átomo, ao contrário de ser uma partícula elementar, é constituído ele próprio por outras partículas: o electrão, o neutrão e o protão. Por sua vez, o neutrão e o protão são constituídos por quarks. Atualmente acredita-se que toda a matéria é constituída por 12 (DOZE) partículas elementares, conjuntamente com os seus respetivos pares de anti-matéria. Todas estas partículas encontram-se unidas por 4 (QUATRO) forças: a eletromagnética, a nuclear forte, a nuclear fraca e a força gravitacional.
Aquilo que é descrito como força é também constituído por elementos, corpúsculos ou ondas assim como o fotão, os bosões e mais recentemente o gravitão (força ou partícula responsável pela atracão gravítica entre dois corpos com massa).
Atualmente, as ferramentas matemáticas que descrevem e tornam previsíveis as forças eletromagnéticas, nuclear forte e nuclear fraca não o fazem para a força gravitacional. Por isso, nas últimas décadas tem-se assistido a várias tentativas de criar uma teoria física unificadora de todas as leis físicas no universo. Algo que nem o próprio Einstein conseguiu, apesar de ser ele o impulsionador (na área da Física moderna é claro) da ideia de que tudo no universo, do maior ao mais pequeno, se rege pelas mesmas leis, forças e fenómenos físicos. Relembro que Einstein foi o primeiro a relacionar energia com matéria através da sua mais famosa fórmula.
A Teoria das Cordas (Super String Theory) é talvez a mais recente emanação de uma teoria unificadora. Ainda não totalmente (ou se calhar nem parcialmente) validada, esta teoria explica…é verdade!… que tudo é vibração. Todo e qualquer elemento é constituído por pequeníssimas “cordas” cuja frequência e intensidade vibracional constituem a identidade de qualquer partícula, força ou estado energético. Esta teoria das cordas é uma derivação de uma outra teoria, a da “supersimetria”, que explica que qualquer partícula tem um par, um reflexo e que uma alteração num dos elementos do par irá criar instantaneamente uma modificação simetricamente igual no outro par.
Muito recentemente, foi descoberta a partícula responsável pela gravidade. E como é natural, a acompanhar uma grande descoberta que pode de facto revolucionar o conhecimento científico, vem a arrogância natural das grandes mentes; acreditando agora que tudo no universo é partícula e que a gravidade vai explicar tudo.
“Considera como provável que a vida reside no seio dos três reinos da Natureza? Mineral, Vegetal e Animal? “ Seguramente que qualquer um de vós (de nós) se lembra desta questão. As leis Herméticas e principalmente o Princípio da Vibração diz-nos que não. Existe muito mais para além daquilo que é mineral, vegetal e animal; que vibra com diferentes frequências e energias e que é o Todo e o Um. Que tudo, a partir de um momento inicial de criação foi nutrido de um constante estado de movimento e de vibração e que é ao mesmo tempo constituinte da matéria, do espírito, da mente e do TEMPO.
É aquilo que nos constitui e que continuará a ser o que de nós resta quando partirmos (como seres mortais) para o Oriente Eterno.
Mas acima de tudo, este princípio diz-nos que enquanto seres individuais podemos alcançar níveis vibracionais superiores, que a mente pode controlar a matéria.
E, para mim, esta é talvez a principal MENSAGEM deste princípio: MENS AGIT MOLEM. (Fonte: www.udjat.pt)
Ao longo da história podemos perceber um fio condutor de transmissão de conhecimento e tradições. Fio condutor esse que, atualmente, se pode resumir naquilo que é a Maçonaria, mas que foi tendo e possivelmente terá vários nomes.
Essa tradição permite-nos, sobretudo através do uso dos símbolos, ter uma noção daquilo que rege as leis físicas desde um momento criador. Quando me refiro a leis físicas refiro-me também à Física ou Mecânica daquilo que é imaterial ou dito espiritual.
Os ensinamentos de Hermes Trimegisto são uma emanação dessa mesma consciência do indivíduo no Todo. A tradução escrita desses ensinamentos chegam-nos através do Kybalion, cuja autoria é desconhecida e por simbologia ao próprio Trimegisto é atribuída aos 3 iniciados. O Kybalion dedica um capítulo a cada um dos 7 princípios ou leis da tradição Hermética.
Este trabalho é dedicado ao Princípio da Vibração; mas este mesmo princípio está, quanto a mim, diretamente ligado na sua essência aos princípios da polaridade, correspondência e polaridade. Pelo Princípio da Vibração, Hermes diz-nos que “nada está parado, tudo se move, tudo vibra”. Por este princípio, tudo no universo é constituído por vibração. E, assim, a distinção entre Matéria, Energia, Mente e Espírito resume-se a apenas diferentes estados de vibração. Este princípio diz-nos também que a iniciação e o estudo nas leis de Hermes permite-nos alcançar estados de vibração cada vez mais elevados. Talvez possamos encontrar um eco desta lei nas afirmações de Descartes ou Espinosa, onde o divino está ao alcance do Humano pela consciência da Natureza e da sua tradução lógica.
Este princípio remete-nos também áquilo que são os desafios e as mais excitantes descobertas da Física moderna. Nos últimos anos a mecânica quântica tenta descrever aquilo que é a natureza do átomo. Para Demócrito – talvez o primeiro a descrever (de uma forma filosófica ou epistemológica, é claro) o que é o átomo – se dividíssemos constantemente toda e qualquer matéria chegaríamos a uma partícula fundamental, indivisível e criadora de toda a matéria, mas que, por si só, não é matéria – o átomo. Para Demócrito e mais tarde também para Lucrécio, o átomo é imprevisível e aleatório e permitia por isso explicar as mutações periódicas da Natureza.
O conceito Físico (da Física Quântica) de átomo é ligeiramente diferente daquele apresentado por Demócrito. A Física moderna demonstrou-nos que o átomo, ao contrário de ser uma partícula elementar, é constituído ele próprio por outras partículas: o electrão, o neutrão e o protão. Por sua vez, o neutrão e o protão são constituídos por quarks. Atualmente acredita-se que toda a matéria é constituída por 12 (DOZE) partículas elementares, conjuntamente com os seus respetivos pares de anti-matéria. Todas estas partículas encontram-se unidas por 4 (QUATRO) forças: a eletromagnética, a nuclear forte, a nuclear fraca e a força gravitacional.
Aquilo que é descrito como força é também constituído por elementos, corpúsculos ou ondas assim como o fotão, os bosões e mais recentemente o gravitão (força ou partícula responsável pela atracão gravítica entre dois corpos com massa).
Atualmente, as ferramentas matemáticas que descrevem e tornam previsíveis as forças eletromagnéticas, nuclear forte e nuclear fraca não o fazem para a força gravitacional. Por isso, nas últimas décadas tem-se assistido a várias tentativas de criar uma teoria física unificadora de todas as leis físicas no universo. Algo que nem o próprio Einstein conseguiu, apesar de ser ele o impulsionador (na área da Física moderna é claro) da ideia de que tudo no universo, do maior ao mais pequeno, se rege pelas mesmas leis, forças e fenómenos físicos. Relembro que Einstein foi o primeiro a relacionar energia com matéria através da sua mais famosa fórmula.
A Teoria das Cordas (Super String Theory) é talvez a mais recente emanação de uma teoria unificadora. Ainda não totalmente (ou se calhar nem parcialmente) validada, esta teoria explica…é verdade!… que tudo é vibração. Todo e qualquer elemento é constituído por pequeníssimas “cordas” cuja frequência e intensidade vibracional constituem a identidade de qualquer partícula, força ou estado energético. Esta teoria das cordas é uma derivação de uma outra teoria, a da “supersimetria”, que explica que qualquer partícula tem um par, um reflexo e que uma alteração num dos elementos do par irá criar instantaneamente uma modificação simetricamente igual no outro par.
Muito recentemente, foi descoberta a partícula responsável pela gravidade. E como é natural, a acompanhar uma grande descoberta que pode de facto revolucionar o conhecimento científico, vem a arrogância natural das grandes mentes; acreditando agora que tudo no universo é partícula e que a gravidade vai explicar tudo.
“Considera como provável que a vida reside no seio dos três reinos da Natureza? Mineral, Vegetal e Animal? “ Seguramente que qualquer um de vós (de nós) se lembra desta questão. As leis Herméticas e principalmente o Princípio da Vibração diz-nos que não. Existe muito mais para além daquilo que é mineral, vegetal e animal; que vibra com diferentes frequências e energias e que é o Todo e o Um. Que tudo, a partir de um momento inicial de criação foi nutrido de um constante estado de movimento e de vibração e que é ao mesmo tempo constituinte da matéria, do espírito, da mente e do TEMPO.
É aquilo que nos constitui e que continuará a ser o que de nós resta quando partirmos (como seres mortais) para o Oriente Eterno.
Mas acima de tudo, este princípio diz-nos que enquanto seres individuais podemos alcançar níveis vibracionais superiores, que a mente pode controlar a matéria.
E, para mim, esta é talvez a principal MENSAGEM deste princípio: MENS AGIT MOLEM. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto - O princípio da correspondência
Todos os preceitos fundamentais básicos introduzidos nos ensinos esotéricos de cada raça foram formulados por Hermes. Mesmo os mais antigos preceitos da Índia tiveram a sua fonte no Preceitos Herméticos originais.
Nenhum fragmento dos conhecimentos ocultos possuídos pelo mundo foi tão zelosamente guardado como os fragmentos dos Preceitos Herméticos, que chegaram até nós, através dos séculos passados desde o tempo do seu grande estabelecedor, Hermes o Trimegisto, o Mensageiro dos Deuses, que viveu no antigo Egipto, quando a actual raça humana estava na sua infância, isto é, mais ou menos 2.700 a. c., segundo alguns historiadores.
A palavra conhecimento corresponde exactamente à palavra Grega Gnosis, que os iniciados criaram, para não atribuir a si o maior atributo da Divindade, que é a ciência.
“O Homem nada sabe, mas é chamado a tudo conhecer”.
Hermes foi e é o Grande Sol Central do Ocultismo, cujos raios têm iluminado todos os ensinamentos que foram publicados desde o seu tempo.
Do antigo Egipto vieram preceitos fundamentais esotéricos ocultos, que influenciaram todas as raças, nações e povos. O Egito foi a pátria da Sabedoria Secreta, dos ensinamentos místicos e dele, todas as nações receberam a Doutrina Secreta.
Os estudantes de religiões comparadas compreenderão facilmente a influencia dos Preceitos Herméticos em qualquer religião, quer seja uma religião morta, quer seja uma cheia de vida, como as dos nossos próprios tempos.
A Obra de Hermes foi feita para implantar a grande Verdade-Semente e, disseminou-se rapidamente. Todavia as verdades originais ensinadas por ele, foram conservadas intactas em sua pureza original, por pequeno numero de homens e tem sido transmitida entre esses poucos, dos lábios aos ouvidos.
Passamos a referir os principais preceitos de Hermes que compõem o Principio da Verdade.
- O Principio do Mentalismo:
- O Principio da Correspondência
- O Principio da Vibração
- O principio da Polaridade
- O Principio do Ritmo
- O Principio da Causa e Efeito
- O Principio do Género.
O PRINCIPIO DA CORRESPONDÊNCIA:
O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima. Este é o Principio da Correspondência e nele fica estabelecido que no Microcosmo assim como no Macrocosmo, tudo segue o seu destino e o nosso corpo é apenas um reflexo das manifestações de uma única forma.
A reacções astrais são as mesmas de nosso tempo interior – mesmos átomos, mesmos movimentos.
Este principio contém a Verdade, que existe uma correspondência entre as leis e os fenómenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Este Principio é de aplicação e manifestação universal nos diversos planos do Universo material, mental e espiritual: é uma Lei Universal.
O Principio de Correspondência habilita o Homem a raciocinar inteligentemente do Conhecido ao Desconhecido. Estudando a mônada, ele chega ao arcanjo.
Podemos também referir-nos ao Principio da Correspondência de uma outra perspectiva:
Hermes Trimegisto é o símbolo considerado fundador da Ciência Hermética, autor da Tábua de Esmeralda, composta de 13 ensinamentos e considerada a mais valiosa sabedoria, da qual todo o Hermetismo se baseia. Os dois primeiros ensinamentos são:
1 – Verdadeiro, sem mentira, certo e veríssimo
2 – O que é inferior é como o que é superior, e o que é superior é como o que é inferior, para realizar os milagres de uma coisa única.
O Primeiro ensinamento trata de afirmar que a Tábua de Esmeraldas é a Chave para o conhecimento: A Tábua das Esmeraldas.
O Segundo ensinamento, é conhecido como o principio da Correspondência, usado por cientistas, como Isaac Newton (Maçom e Rosa Cruz, nos seus arquivos foi encontrada uma tradução da Tábua de Esmeraldas) para definir suas Leis e, pela humanidade durante toda a sua história.
É impossível definir quando homem teve conhecimento desse principio. Achamos nas pedras da Pirâmides do Egipto proporções numéricas perfeitas, definidos milénios depois pelos filósofos gregos, como Pitágoras, que levam a medida di diâmetro da Terra, da distância da Terra até ao Sol, das medidas dos sete planetas da astrologia, e tudo isso ao mesmo tempo reflectindo nas proporções que achamos no corpo humano. Definir uma data a esse conhecimento foge a qualquer função histórica.
Achamos escrito no Oráculo de Delfos na antiga Grécia: “Conhece a si mesmo e conhecerá o segredo dos Deuses e do Universo”. É exactamente o mesmo que diz o Principio da Correspondência: “O que está em cima é como o que está em baixo, e o que esta em baixo é como o que está em cima”.
É o Homem feito por Deus (o Homem criado pela evolução do Universo) à sua imagem e semelhança. É o Homem como medida de todas as coisas, e o grande ensinamento do Hermetismo e do Ocultismo. Entender que todas as coisas estão dentro do homem e fora dele, ao mesmo tempo.
É por este principio que entenderemos a Magia, a Astrologia; a Mitologia, e como podemos ver, todos esses ensinamentos, hoje velados e separados da ciência ortodoxa, num único aprendizado: do corpo e da ente humana, o conhecimento de nós mesmos, eis a função das ciências ocultas. (Fonte: www.udjat.pt)
Nenhum fragmento dos conhecimentos ocultos possuídos pelo mundo foi tão zelosamente guardado como os fragmentos dos Preceitos Herméticos, que chegaram até nós, através dos séculos passados desde o tempo do seu grande estabelecedor, Hermes o Trimegisto, o Mensageiro dos Deuses, que viveu no antigo Egipto, quando a actual raça humana estava na sua infância, isto é, mais ou menos 2.700 a. c., segundo alguns historiadores.
A palavra conhecimento corresponde exactamente à palavra Grega Gnosis, que os iniciados criaram, para não atribuir a si o maior atributo da Divindade, que é a ciência.
“O Homem nada sabe, mas é chamado a tudo conhecer”.
Hermes foi e é o Grande Sol Central do Ocultismo, cujos raios têm iluminado todos os ensinamentos que foram publicados desde o seu tempo.
Do antigo Egipto vieram preceitos fundamentais esotéricos ocultos, que influenciaram todas as raças, nações e povos. O Egito foi a pátria da Sabedoria Secreta, dos ensinamentos místicos e dele, todas as nações receberam a Doutrina Secreta.
Os estudantes de religiões comparadas compreenderão facilmente a influencia dos Preceitos Herméticos em qualquer religião, quer seja uma religião morta, quer seja uma cheia de vida, como as dos nossos próprios tempos.
A Obra de Hermes foi feita para implantar a grande Verdade-Semente e, disseminou-se rapidamente. Todavia as verdades originais ensinadas por ele, foram conservadas intactas em sua pureza original, por pequeno numero de homens e tem sido transmitida entre esses poucos, dos lábios aos ouvidos.
Passamos a referir os principais preceitos de Hermes que compõem o Principio da Verdade.
- O Principio do Mentalismo:
- O Principio da Correspondência
- O Principio da Vibração
- O principio da Polaridade
- O Principio do Ritmo
- O Principio da Causa e Efeito
- O Principio do Género.
O PRINCIPIO DA CORRESPONDÊNCIA:
O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima. Este é o Principio da Correspondência e nele fica estabelecido que no Microcosmo assim como no Macrocosmo, tudo segue o seu destino e o nosso corpo é apenas um reflexo das manifestações de uma única forma.
A reacções astrais são as mesmas de nosso tempo interior – mesmos átomos, mesmos movimentos.
Este principio contém a Verdade, que existe uma correspondência entre as leis e os fenómenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Este Principio é de aplicação e manifestação universal nos diversos planos do Universo material, mental e espiritual: é uma Lei Universal.
O Principio de Correspondência habilita o Homem a raciocinar inteligentemente do Conhecido ao Desconhecido. Estudando a mônada, ele chega ao arcanjo.
Podemos também referir-nos ao Principio da Correspondência de uma outra perspectiva:
Hermes Trimegisto é o símbolo considerado fundador da Ciência Hermética, autor da Tábua de Esmeralda, composta de 13 ensinamentos e considerada a mais valiosa sabedoria, da qual todo o Hermetismo se baseia. Os dois primeiros ensinamentos são:
1 – Verdadeiro, sem mentira, certo e veríssimo
2 – O que é inferior é como o que é superior, e o que é superior é como o que é inferior, para realizar os milagres de uma coisa única.
O Primeiro ensinamento trata de afirmar que a Tábua de Esmeraldas é a Chave para o conhecimento: A Tábua das Esmeraldas.
O Segundo ensinamento, é conhecido como o principio da Correspondência, usado por cientistas, como Isaac Newton (Maçom e Rosa Cruz, nos seus arquivos foi encontrada uma tradução da Tábua de Esmeraldas) para definir suas Leis e, pela humanidade durante toda a sua história.
É impossível definir quando homem teve conhecimento desse principio. Achamos nas pedras da Pirâmides do Egipto proporções numéricas perfeitas, definidos milénios depois pelos filósofos gregos, como Pitágoras, que levam a medida di diâmetro da Terra, da distância da Terra até ao Sol, das medidas dos sete planetas da astrologia, e tudo isso ao mesmo tempo reflectindo nas proporções que achamos no corpo humano. Definir uma data a esse conhecimento foge a qualquer função histórica.
Achamos escrito no Oráculo de Delfos na antiga Grécia: “Conhece a si mesmo e conhecerá o segredo dos Deuses e do Universo”. É exactamente o mesmo que diz o Principio da Correspondência: “O que está em cima é como o que está em baixo, e o que esta em baixo é como o que está em cima”.
É o Homem feito por Deus (o Homem criado pela evolução do Universo) à sua imagem e semelhança. É o Homem como medida de todas as coisas, e o grande ensinamento do Hermetismo e do Ocultismo. Entender que todas as coisas estão dentro do homem e fora dele, ao mesmo tempo.
É por este principio que entenderemos a Magia, a Astrologia; a Mitologia, e como podemos ver, todos esses ensinamentos, hoje velados e separados da ciência ortodoxa, num único aprendizado: do corpo e da ente humana, o conhecimento de nós mesmos, eis a função das ciências ocultas. (Fonte: www.udjat.pt)
sexta-feira, 30 de março de 2018
Hermes Trimegisto - O princípio do Mentalismo
O Universo é mental, ele está dentro da mente do Todo.
Para Platão o mundo manifestado existe, para Hermes Trimegisto, o mundo manifestado não existe, ele não passa de um palco montado para que todos nós vivamos uma experiência que nos ajudará a crescer, se assim for a nossa opção. Muito à imagem da Década Pitagórica, como sabemos, para os pitagóricos cada algarismo também representa um momento na vida do Homem, onde tudo sai do vazio e avança para o um, dois, três … até regressar novamente ao um e ao zero.
Assim, a única realidade é mesmo o uno, o ponto onde tudo começa e regressa.
Imaginemos um ponto de luz na escuridão, quando ele se move a grande velocidade cria a ilusão de inúmeras formas, no entanto e na realidade, não passa de um ponto de luz.
Podemos agora compreender melhor que, para os hermetistas, todo o universo está dentro da mente do Todo, são ilusões criadas para que os seres vivam uma experiência.
Assim, o Universo seria uma oportunidade para que todos os seres que estão em evolução vivam experiências e se desenvolvam, mas tudo não passa de um palco mental, para os indianos é a Mahat a grande mente cósmica, diziam eles que tudo o que tem de ser criado no Universo, foi previamente criado, como ideia, na mente cósmica no início dos tempos.
No entanto, é importante termos em atenção que o Universo é diferente do Todo, tem partes e é mutável, então como surgiu o Universo do Todo? Se este é indivisível, não se pode fragmentar ou criar algo fora de si (se é o Todo, não pode existir outra parte, pois, caso contrário, então deixaria de ser o Todo).
Ora, para Hermes, o Todo cria mentalmente, sendo que o Universo existe dentro da mente do Todo, como Shakespeare e Romeu. Shakespeare pode dizer que também é Romeu, mas já este não pode dizer que é Shakespeare, é apenas uma parte de Shakespeare, uma criação mental deste que é muito mais do que essa criação. Agora, essa criação não é de somenos importância, pois com certeza que obrigou o seu criador a evoluir, a fazer inúmeras reflexões, a aprender e crescer.
A mente infinita do Todo é a matriz dos Universos.
A morte não é real, iremos, no Universo, subindo degraus até que o Todo recolha em si todas as suas criações, é o pulsar do coração do Cosmos. Helena Blavatsky diz que a eternidade é a idade do éter, um elemento muito subtil que está acima dos elementos materiais, a eternidade tem um fim, também acaba, mas como é tão longínquo ela tende para o infinito e parece não ter fim. Quando atinge o seu fim, todas as coisas são reabsorvidas no Todo, levando o grau de consciência que conseguiram atingir e voltamos ao início, como um coração que absorve e expele o sangue.
Antes da construção de um qualquer Templo, o primeiro passo que foi dado foi mental, ele foi idealizado em primeiro lugar na mente dos seus construtores, tal como um marceneiro que constrói uma mesa. Onde fica o Oriente, quantas mesas, qual a sua forma e dimensões, quantas cadeiras, qual a sua decoração, cores, materiais, símbolos, etc. mais uma vez, tudo isto foi inicialmente “criado” na nossa mente, e só depois se traduziu materialmente no que vemos após a sua construção.
A mente percebe o universo como transitório, o corpo percebe o universo como real, temos a aprender de ambos, porque ambos estão corretos. (Fonte: www.udjat.pt)
Para Platão o mundo manifestado existe, para Hermes Trimegisto, o mundo manifestado não existe, ele não passa de um palco montado para que todos nós vivamos uma experiência que nos ajudará a crescer, se assim for a nossa opção. Muito à imagem da Década Pitagórica, como sabemos, para os pitagóricos cada algarismo também representa um momento na vida do Homem, onde tudo sai do vazio e avança para o um, dois, três … até regressar novamente ao um e ao zero.
Assim, a única realidade é mesmo o uno, o ponto onde tudo começa e regressa.
Imaginemos um ponto de luz na escuridão, quando ele se move a grande velocidade cria a ilusão de inúmeras formas, no entanto e na realidade, não passa de um ponto de luz.
Podemos agora compreender melhor que, para os hermetistas, todo o universo está dentro da mente do Todo, são ilusões criadas para que os seres vivam uma experiência.
Assim, o Universo seria uma oportunidade para que todos os seres que estão em evolução vivam experiências e se desenvolvam, mas tudo não passa de um palco mental, para os indianos é a Mahat a grande mente cósmica, diziam eles que tudo o que tem de ser criado no Universo, foi previamente criado, como ideia, na mente cósmica no início dos tempos.
No entanto, é importante termos em atenção que o Universo é diferente do Todo, tem partes e é mutável, então como surgiu o Universo do Todo? Se este é indivisível, não se pode fragmentar ou criar algo fora de si (se é o Todo, não pode existir outra parte, pois, caso contrário, então deixaria de ser o Todo).
Ora, para Hermes, o Todo cria mentalmente, sendo que o Universo existe dentro da mente do Todo, como Shakespeare e Romeu. Shakespeare pode dizer que também é Romeu, mas já este não pode dizer que é Shakespeare, é apenas uma parte de Shakespeare, uma criação mental deste que é muito mais do que essa criação. Agora, essa criação não é de somenos importância, pois com certeza que obrigou o seu criador a evoluir, a fazer inúmeras reflexões, a aprender e crescer.
A mente infinita do Todo é a matriz dos Universos.
A morte não é real, iremos, no Universo, subindo degraus até que o Todo recolha em si todas as suas criações, é o pulsar do coração do Cosmos. Helena Blavatsky diz que a eternidade é a idade do éter, um elemento muito subtil que está acima dos elementos materiais, a eternidade tem um fim, também acaba, mas como é tão longínquo ela tende para o infinito e parece não ter fim. Quando atinge o seu fim, todas as coisas são reabsorvidas no Todo, levando o grau de consciência que conseguiram atingir e voltamos ao início, como um coração que absorve e expele o sangue.
Antes da construção de um qualquer Templo, o primeiro passo que foi dado foi mental, ele foi idealizado em primeiro lugar na mente dos seus construtores, tal como um marceneiro que constrói uma mesa. Onde fica o Oriente, quantas mesas, qual a sua forma e dimensões, quantas cadeiras, qual a sua decoração, cores, materiais, símbolos, etc. mais uma vez, tudo isto foi inicialmente “criado” na nossa mente, e só depois se traduziu materialmente no que vemos após a sua construção.
A mente percebe o universo como transitório, o corpo percebe o universo como real, temos a aprender de ambos, porque ambos estão corretos. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto - O Todo
Hermes Trimegisto tinha uma prudência muito grande no que refere à atribuição de nomes a Deus, segundo ele, se Deus é o Todo qualquer nome que lhe seja dado vai inevitavelmente limitá-lo. Ora, por definição, o Todo não pode ser limitado, pois deixaria de ser absoluto e o Todo é absoluto.
Assim, para Hermes, o nome de o Todo representa todos os diversos deuses conhecidos e desconhecidos, é uma opção feliz que procura incluir e abranger tudo e não limitar nada. Nós fazemos isso mesmo, com a utilização do G.’.A.’.T.’.M.’..
Seja qual for a nossa opção, ela está contemplada no Todo (é o Uno, por acepção), é uma visão unificadora que nos permite resolver também muitos dos problemas que advêm da diversidade daquilo em que acreditamos. Se eu negar aquilo em que os outros acreditam, então eu estou a negar também aquilo em que eu acredito.
Não há partes de um Todo, o Todo é Uno. Para os Hermetistas, trata-se de facto de um bom nome, porque ele resolve e luta contra os “fantasmas” que perseguem os seres humanos ao longo da história, que se traduzem, tão simplesmente, na projecção do seu egoísmo nas coisas em que acreditam.
Noção de realidade, na antiguidade a realidade era aquilo que perdurava no tempo, o espírito era real, já a matéria era apenas uma representação, um “teatro”, que existia e deixava de existir, logo não era real. Esta noção de realidade, actualmente, é totalmente ao contrário, o real passou a ser a matéria, o espírito passou a ser irreal. Como não temos a possibilidade de fotografar o espírito, para nós, ele não existe, só o que é “palpável” existe na actualidade. Abandona-mos a valorização daquilo que perdura no tempo, aquilo que é imutável, o que é transversal e sempre aplicável a tudo o que existe, as chamadas leis universais.
O Todo é uma infinita “mente vivente”, que os sábios chamam de “espírito”.
Espirito, alma e corpo, conceito indiano (exemplo do Sutratma), imaginem um colar de pérolas, em que cada uma é um ser vivo, atentem a uma dessas pérolas, ela está lá colocada no colar para brilhar, para ser a mais brilhante de todas, mas a dada altura ela sente a necessidade de encontrar a sua essência, algo mais duradouro e profundo, como ela só está habituada a ver o seu brilho (ou seja, a sua parte material), quando ela olha para dentro ela encontra um vazio, ela não consegue encontrar a sua natureza, o seu fio. Mas, de tanto tentar, ela vai acabar por ter uma pequena visão, ela vai começar a ver um pequeno fio que passa por dentro dela e vai dizer “… eu encontrei a minha essência, eu sinto-me completa”. A dada altura, ele vai olhar para o seu lado e vai pensar como gastaria que também as outras pérolas encontrassem a sua essência, por fim, com o decorrer do tempo, a nossa pérola vai perceber que o tal fio é o mesmo que passa por dentro de todas as pérolas, é apenas um e é sempre o mesmo.
MM.’.QQ.’.II.’., entendam isto, a pérola é o Corpo, a pequena parte de fio que passa por dentro dela, que a anima, é a Alma e o fio como um todo, o Espírito. Espiritualmente não seremos muitos, apenas um só, crescer espiritualmente é aproximarmo-nos da unidade (realidade). Se crescemos espiritualmente já não vemos apenas uma pequena parte do fio, mas sim o fio pela sua totalidade, que nos une a todos os seres e que é um apenas.
Por isso, para os Hermetistas faz todo o sentido que a noção de Deus, seja ele qual for, tenha como sinonimo o Todo, sendo importante perceber que crescer espiritualmente nunca será perceber uma pequena parte do fio, mas sim, o fio como um todo.
É neste “espírito”, e enquadramento, em que as Leis Universais de Hermes Trimegisto deverão ser lidas e interpretadas.
O Todo está em tudo, o criador está na manifestação e esta não esgota o criador. Enquanto tudo está no Todo, é também verdade que o Todo está em tudo. Aquele que compreende realmente esta verdade alcançou o grande conhecimento.
Se reparamos na obra de Shakespeare, ela é um aspecto dele, mas não o esgota. Otelo, Romeu, Hamlet, Macbeth, etc., todos são aspectos de Shakespeare, não poderia ser de outra forma uma vez que todos saíram de “dentro” dele. Mas, os mesmos, não são Shakespeare, nem a sua soma é Shakespeare, esta fica sempre aquém, ele é mais que a soma de todas as suas personagens.
Cada ser é um aspecto do divino, fazendo alusão à lenda de Osíris, cada ser que se perca será como uma parte do corpo deste que não é encontrada. (Fonte: www.udjat.pt)
Assim, para Hermes, o nome de o Todo representa todos os diversos deuses conhecidos e desconhecidos, é uma opção feliz que procura incluir e abranger tudo e não limitar nada. Nós fazemos isso mesmo, com a utilização do G.’.A.’.T.’.M.’..
Seja qual for a nossa opção, ela está contemplada no Todo (é o Uno, por acepção), é uma visão unificadora que nos permite resolver também muitos dos problemas que advêm da diversidade daquilo em que acreditamos. Se eu negar aquilo em que os outros acreditam, então eu estou a negar também aquilo em que eu acredito.
Não há partes de um Todo, o Todo é Uno. Para os Hermetistas, trata-se de facto de um bom nome, porque ele resolve e luta contra os “fantasmas” que perseguem os seres humanos ao longo da história, que se traduzem, tão simplesmente, na projecção do seu egoísmo nas coisas em que acreditam.
Noção de realidade, na antiguidade a realidade era aquilo que perdurava no tempo, o espírito era real, já a matéria era apenas uma representação, um “teatro”, que existia e deixava de existir, logo não era real. Esta noção de realidade, actualmente, é totalmente ao contrário, o real passou a ser a matéria, o espírito passou a ser irreal. Como não temos a possibilidade de fotografar o espírito, para nós, ele não existe, só o que é “palpável” existe na actualidade. Abandona-mos a valorização daquilo que perdura no tempo, aquilo que é imutável, o que é transversal e sempre aplicável a tudo o que existe, as chamadas leis universais.
O Todo é uma infinita “mente vivente”, que os sábios chamam de “espírito”.
Espirito, alma e corpo, conceito indiano (exemplo do Sutratma), imaginem um colar de pérolas, em que cada uma é um ser vivo, atentem a uma dessas pérolas, ela está lá colocada no colar para brilhar, para ser a mais brilhante de todas, mas a dada altura ela sente a necessidade de encontrar a sua essência, algo mais duradouro e profundo, como ela só está habituada a ver o seu brilho (ou seja, a sua parte material), quando ela olha para dentro ela encontra um vazio, ela não consegue encontrar a sua natureza, o seu fio. Mas, de tanto tentar, ela vai acabar por ter uma pequena visão, ela vai começar a ver um pequeno fio que passa por dentro dela e vai dizer “… eu encontrei a minha essência, eu sinto-me completa”. A dada altura, ele vai olhar para o seu lado e vai pensar como gastaria que também as outras pérolas encontrassem a sua essência, por fim, com o decorrer do tempo, a nossa pérola vai perceber que o tal fio é o mesmo que passa por dentro de todas as pérolas, é apenas um e é sempre o mesmo.
MM.’.QQ.’.II.’., entendam isto, a pérola é o Corpo, a pequena parte de fio que passa por dentro dela, que a anima, é a Alma e o fio como um todo, o Espírito. Espiritualmente não seremos muitos, apenas um só, crescer espiritualmente é aproximarmo-nos da unidade (realidade). Se crescemos espiritualmente já não vemos apenas uma pequena parte do fio, mas sim o fio pela sua totalidade, que nos une a todos os seres e que é um apenas.
Por isso, para os Hermetistas faz todo o sentido que a noção de Deus, seja ele qual for, tenha como sinonimo o Todo, sendo importante perceber que crescer espiritualmente nunca será perceber uma pequena parte do fio, mas sim, o fio como um todo.
É neste “espírito”, e enquadramento, em que as Leis Universais de Hermes Trimegisto deverão ser lidas e interpretadas.
O Todo está em tudo, o criador está na manifestação e esta não esgota o criador. Enquanto tudo está no Todo, é também verdade que o Todo está em tudo. Aquele que compreende realmente esta verdade alcançou o grande conhecimento.
Se reparamos na obra de Shakespeare, ela é um aspecto dele, mas não o esgota. Otelo, Romeu, Hamlet, Macbeth, etc., todos são aspectos de Shakespeare, não poderia ser de outra forma uma vez que todos saíram de “dentro” dele. Mas, os mesmos, não são Shakespeare, nem a sua soma é Shakespeare, esta fica sempre aquém, ele é mais que a soma de todas as suas personagens.
Cada ser é um aspecto do divino, fazendo alusão à lenda de Osíris, cada ser que se perca será como uma parte do corpo deste que não é encontrada. (Fonte: www.udjat.pt)
domingo, 11 de março de 2018
Hermes Trimegisto – O Princípio da Vibração
O conjunto de emoções e sentimentos que moldam a consciência através da experiência (vivida ou transmitida) garantiram ao homem (e talvez a outros seres) um sentido único de perceber e se contextualizar no universo que nos rodeia.
Ao longo da história podemos perceber um fio condutor de transmissão de conhecimento e tradições. Fio condutor esse que, actualmente, se pode resumir naquilo que é a Maçonaria, mas que foi tendo e possivelmente terá vários nomes. Essa tradição permite-nos, sobretudo através do uso dos símbolos, ter uma noção daquilo que rege as leis físicas desde um momento criador. Quando me refiro a leis físicas refiro-me também à Física ou Mecânica daquilo que é imaterial ou dito espiritual.
Os ensinamentos de Hermes Trimegisto são uma emanação dessa mesma
consciência do indivíduo no Todo. A tradução escrita desses ensinamentos cheganos através do Kybalion, cuja autoria é desconhecida e por simbologia ao próprio Trimegisto é atribuída aos 3 iniciados. O Kybalion dedica um capítulo a cada um dos 7 princípios ou leis da tradição Hermética.
Esta prancha é dedicada ao Princípio da Vibração; mas este mesmo princípio
está, quanto a mim, directamente ligado na sua essência aos princípios da
polaridade, correspondência e polaridade. Pelo Princípio da Vibração, Hermes diznos que “nada está parado, tudo se move, tudo vibra”. Por este princípio, tudo no universo é constituído por vibração. E, assim, a distinção entre Matéria, Energia, Mente e Espírito resume-se a apenas diferentes estados de vibração. Este princípio diz-nos também que a iniciação e o estudo nas leis de Hermes permite-nos alcançar estados de vibração cada vez mais elevados. Talvez possamos encontrar um eco desta lei nas afirmações de Descartes ou Espinosa, onde o divino está ao alcance do Humano pela consciência da Natureza e da sua tradução lógica.
Este princípio remete-nos também áquilo que são os desafios e as mais
excitantes descobertas da Física moderna. Nos últimos anos a mecânica quântica tenta descrever aquilo que é a Natureza do átomo. Para Demócrito – talvez o primeiro a descrever (de uma forma filosófica ou epistemológica, é claro) o que é o átomo – se dividíssemos constantemente toda e qualquer matéria chegaríamos a uma partícula fundamental, indivisível e criadora de toda a matéria, mas que, por si só, não é matéria – o átomo. Para Demócrito e mais tarde também para Lucrécio, o átomo é imprevisível e aleatório e permitia por isso explicar as mutações periódicas da Natureza.
O conceito Físico (da Física Quântica) de átomo é ligeiramente diferente daquele apresentado por Demócrito. A Física moderna demonstrou-nos que o átomo, ao contrário de ser uma partícula elementar, é constituído ele próprio por outras partículas: o electrão, o neutrão e o protão. Por sua vez, o neutrão e o protão são constituídos por quarks. Actualmente, acredita-se que toda a matéria é constituída por 12 (DOZE) partículas elementares, conjuntamente com os seus respectivos pares de anti-matéria. Todas estas partículas encontram-se unidas por 4 (QUATRO) forças: a electromagnética, a nuclear forte, a nuclear fraca e a força gravitacional. Aquilo que é descrito como força é também constituído por elementos, corpúsculos ou ondas assim como o fotão, os bosões e mais recentemente o gravitão (força ou partícula responsável pela atracção gravítica entre dois corpos com massa).
Actualmente, as ferramentas matemáticas que descrevem e tornam previsíveis as forças electromagnéticas, nuclear forte e nuclear fraca não o fazem para a força gravitacional. Por isso, nas últimas décadas tem-se assistido a várias tentativas de criar uma teoria física unificadora de todas as leis físicas no universo. Algo que nem o próprio Einstein conseguiu, apesar de ser ele o impulsionador (na área da Física moderna é claro) da ideia de que tudo no universo, do mais grande ao mais pequeno, se rege pelas mesmas leis, forças e fenómenos físicos. Relembro que Einstein foi o primeiro a relacionar energia com matéria através da sua mais famosa fórmula.
A Teoria das Cordas (Super String Theory) é talvez a mais recente emanação
de uma teoria unificadora. Ainda não totalmente (ou se calhar nem parcialmente) validada, esta teoria explica…é verdade!…que tudo é vibração. Todo e qualquer elemento é constituído por pequeníssimas “cordas” cuja frequência e intensidade vibracional constituem a identidade de qualquer partícula, força ou estado energético. Esta teoria das cordas é uma derivação de uma outra teoria, a da “supersimetria”, que explica que qualquer partícula tem um par, um reflexo e que uma alteração num dos elementos do par irá criar instantaneamente uma modificação simetricamente igual no outro par.
Muito recentemente, foi descoberta a partícula responsável pela gravidade. E como é natural, a acompanhar uma grande descoberta que pode de facto revolucionar o conhecimento científico, vem a arrogância natural das grandes mentes; acreditando agora que tudo no universo é partícula e que a gravidade vai explicar tudo.
“Considera como provável que a vida reside no seio dos três reinos da Natureza? Mineral, Vegetal e Animal? “
Seguramente que qualquer um de vós (de nós) se lembra desta questão. As leis Herméticas e principalmente o Princípio da Vibração diz-nos que não. Existe muito mais para além daquilo que é mineral, vegetal e animal; que vibra com diferentes frequências e energias e que é o Todo e o Um.
Que tudo, a partir de um momento inicial de criação foi nutrido de um constante estado de movimento e de vibração e que é ao mesmo tempo constituinte da matéria, do espírito, da mente e do TEMPO. É aquilo que nos constitui e que continuará a ser o que de nós resta quando partirmos (como seres mortais) para o Oriente Eterno.
Mas acima de tudo, este princípio diz-nos que enquanto seres individuais podemos alcançar níveis vibracionais superiores, que a mente pode controlar a matéria.
E, para mim, esta é talvez a principal MENSAGEM deste princípio: MENS AGIT MOLEM. (Fonte: www.udjat.pt)
Ao longo da história podemos perceber um fio condutor de transmissão de conhecimento e tradições. Fio condutor esse que, actualmente, se pode resumir naquilo que é a Maçonaria, mas que foi tendo e possivelmente terá vários nomes. Essa tradição permite-nos, sobretudo através do uso dos símbolos, ter uma noção daquilo que rege as leis físicas desde um momento criador. Quando me refiro a leis físicas refiro-me também à Física ou Mecânica daquilo que é imaterial ou dito espiritual.
Os ensinamentos de Hermes Trimegisto são uma emanação dessa mesma
consciência do indivíduo no Todo. A tradução escrita desses ensinamentos cheganos através do Kybalion, cuja autoria é desconhecida e por simbologia ao próprio Trimegisto é atribuída aos 3 iniciados. O Kybalion dedica um capítulo a cada um dos 7 princípios ou leis da tradição Hermética.
Esta prancha é dedicada ao Princípio da Vibração; mas este mesmo princípio
está, quanto a mim, directamente ligado na sua essência aos princípios da
polaridade, correspondência e polaridade. Pelo Princípio da Vibração, Hermes diznos que “nada está parado, tudo se move, tudo vibra”. Por este princípio, tudo no universo é constituído por vibração. E, assim, a distinção entre Matéria, Energia, Mente e Espírito resume-se a apenas diferentes estados de vibração. Este princípio diz-nos também que a iniciação e o estudo nas leis de Hermes permite-nos alcançar estados de vibração cada vez mais elevados. Talvez possamos encontrar um eco desta lei nas afirmações de Descartes ou Espinosa, onde o divino está ao alcance do Humano pela consciência da Natureza e da sua tradução lógica.
Este princípio remete-nos também áquilo que são os desafios e as mais
excitantes descobertas da Física moderna. Nos últimos anos a mecânica quântica tenta descrever aquilo que é a Natureza do átomo. Para Demócrito – talvez o primeiro a descrever (de uma forma filosófica ou epistemológica, é claro) o que é o átomo – se dividíssemos constantemente toda e qualquer matéria chegaríamos a uma partícula fundamental, indivisível e criadora de toda a matéria, mas que, por si só, não é matéria – o átomo. Para Demócrito e mais tarde também para Lucrécio, o átomo é imprevisível e aleatório e permitia por isso explicar as mutações periódicas da Natureza.
O conceito Físico (da Física Quântica) de átomo é ligeiramente diferente daquele apresentado por Demócrito. A Física moderna demonstrou-nos que o átomo, ao contrário de ser uma partícula elementar, é constituído ele próprio por outras partículas: o electrão, o neutrão e o protão. Por sua vez, o neutrão e o protão são constituídos por quarks. Actualmente, acredita-se que toda a matéria é constituída por 12 (DOZE) partículas elementares, conjuntamente com os seus respectivos pares de anti-matéria. Todas estas partículas encontram-se unidas por 4 (QUATRO) forças: a electromagnética, a nuclear forte, a nuclear fraca e a força gravitacional. Aquilo que é descrito como força é também constituído por elementos, corpúsculos ou ondas assim como o fotão, os bosões e mais recentemente o gravitão (força ou partícula responsável pela atracção gravítica entre dois corpos com massa).
Actualmente, as ferramentas matemáticas que descrevem e tornam previsíveis as forças electromagnéticas, nuclear forte e nuclear fraca não o fazem para a força gravitacional. Por isso, nas últimas décadas tem-se assistido a várias tentativas de criar uma teoria física unificadora de todas as leis físicas no universo. Algo que nem o próprio Einstein conseguiu, apesar de ser ele o impulsionador (na área da Física moderna é claro) da ideia de que tudo no universo, do mais grande ao mais pequeno, se rege pelas mesmas leis, forças e fenómenos físicos. Relembro que Einstein foi o primeiro a relacionar energia com matéria através da sua mais famosa fórmula.
A Teoria das Cordas (Super String Theory) é talvez a mais recente emanação
de uma teoria unificadora. Ainda não totalmente (ou se calhar nem parcialmente) validada, esta teoria explica…é verdade!…que tudo é vibração. Todo e qualquer elemento é constituído por pequeníssimas “cordas” cuja frequência e intensidade vibracional constituem a identidade de qualquer partícula, força ou estado energético. Esta teoria das cordas é uma derivação de uma outra teoria, a da “supersimetria”, que explica que qualquer partícula tem um par, um reflexo e que uma alteração num dos elementos do par irá criar instantaneamente uma modificação simetricamente igual no outro par.
Muito recentemente, foi descoberta a partícula responsável pela gravidade. E como é natural, a acompanhar uma grande descoberta que pode de facto revolucionar o conhecimento científico, vem a arrogância natural das grandes mentes; acreditando agora que tudo no universo é partícula e que a gravidade vai explicar tudo.
“Considera como provável que a vida reside no seio dos três reinos da Natureza? Mineral, Vegetal e Animal? “
Seguramente que qualquer um de vós (de nós) se lembra desta questão. As leis Herméticas e principalmente o Princípio da Vibração diz-nos que não. Existe muito mais para além daquilo que é mineral, vegetal e animal; que vibra com diferentes frequências e energias e que é o Todo e o Um.
Que tudo, a partir de um momento inicial de criação foi nutrido de um constante estado de movimento e de vibração e que é ao mesmo tempo constituinte da matéria, do espírito, da mente e do TEMPO. É aquilo que nos constitui e que continuará a ser o que de nós resta quando partirmos (como seres mortais) para o Oriente Eterno.
Mas acima de tudo, este princípio diz-nos que enquanto seres individuais podemos alcançar níveis vibracionais superiores, que a mente pode controlar a matéria.
E, para mim, esta é talvez a principal MENSAGEM deste princípio: MENS AGIT MOLEM. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto – O Princípio da Polaridade
“Tudo é duplo; tudo tem dois pólos; tudo tem o seu par de opostos; os semelhantes e os antagónicos são o mesmo; os opostos são idênticos em natureza mas diferentes em grau; os extremos tocam-se; todas as verdades são semi- verdades; todos os paradoxos podem reconciliar-se”
Tudo é dual no universo, tudo tem duas faces, a polaridade mantém o ritmo da vida. Conhecemos a existência de algo pelo contraste do seu oposto. Mas é necessário haver interação entre os dois opostos para que a criação aconteça. Os dois opostos têm de ser dinâmicos para que haja equilíbrio e harmonia entre esses opostos. Não bastando assim a dualidade, mas a necessária polaridade
Qualquer fenómeno tem a possibilidade da sua manifestação contrária, e é possível mudar algo não desejável na sua condição oposta. Esta é a base da transmutação mental, a arte de polarizar. O não desejado pode ser neutralizado, mudando a sua polaridade. Os extremos tocam-se; os dois extremos da polaridade atraem-se mutuamente. É por esta razão que é mais fácil transformar o ódio em amor (partir do ódio até ao amor) do que a partir da indiferença.
Este princípio, a nível prático, permite apreciar os obstáculos da vida no seu justo valor, já que possibilita que uma situação conflituosa possa ser mudada gradualmente através de uma adequada polarização do oposto. A mudança de um grau a outro da escala vibratória consegue-se mediante a vontade e o autodomínio. Porque experienciar dilemas internos é a natureza do homem. Uma titânica luta do bem contra mal.
Se o universo é dual, não podemos de todo extrair redutores exemplos, mas no entanto, aqui deixo alguns:
Luz /escuridão; Amor/ódio; Espirito/matéria; Vida/morte; Bem/ mal; Vigília/sono; Coragem/medo; Alegria/ tristeza
E muitos haveria a acrescentar….
O nosso cérebro, também ele é constituído de polaridades, existe o hemisfério direito que comanda as emoções, e o hemisfério esquerdo, que comanda o lado racional. Precisamos diariamente equilibrar o lado emocional e o lado racional, sendo que, por vezes, prevalece um mais do que o outro, não existe o mais ou menos importante, o ideal é termos o equilíbrio, não sermos nem demasiado emocionais nem demasiado racionais. E, é nesse equilíbrio que reside a verdadeira evolução do ser humano.
As lutas titânicas do Ser:
razão/emoção ; querer/dever; eu/outro; quem eu sou/quem eu queria ser
e, não querendo esquecer o Ser/Ter ( deixo discussão para outras batalhas)
No que toca à arte real, onde a dualidade abrange toda a sua simbologia, destaco o pavimento mosaico, o chão de xadrez preto e branco, sendo que a cor branca e preta refletem a polaridade positiva e negativa da natureza, e a dualidade do bem e do mal, e, é esse chão que o iniciado percorre, oscilando entre um e outro polo, enfrentando os perigos e lutando contra as adversidades, numa constante busca da perfeição.
O Pavimento Mosaico representa o caminho de cada um de nós, com as suas luzes e sombras, as suas seguranças e perigos, o lado bom e o lado mau da vida. O Pavimento mosaico é a nossa própria vida em perpétuo movimento.
Um simples pavimento mosaico serve de ponto de partida para a mais profunda introspeção de um maçon, que lhe recorda que o principal do seu trabalho faz-se no confronto de si consigo próprio, no uso frequente e equilibrado das duas grandes ferramentas de que dispõe naturalmente, a sua Razão e a sua Intuição, para trilhar sozinho os seus caminhos e, descobrir que, afinal, o que vai encontrar são novas encruzilhadas que abrem novos desafios à perpetuação da vida. (Fonte: www.udjat.pt)
Tudo é dual no universo, tudo tem duas faces, a polaridade mantém o ritmo da vida. Conhecemos a existência de algo pelo contraste do seu oposto. Mas é necessário haver interação entre os dois opostos para que a criação aconteça. Os dois opostos têm de ser dinâmicos para que haja equilíbrio e harmonia entre esses opostos. Não bastando assim a dualidade, mas a necessária polaridade
Qualquer fenómeno tem a possibilidade da sua manifestação contrária, e é possível mudar algo não desejável na sua condição oposta. Esta é a base da transmutação mental, a arte de polarizar. O não desejado pode ser neutralizado, mudando a sua polaridade. Os extremos tocam-se; os dois extremos da polaridade atraem-se mutuamente. É por esta razão que é mais fácil transformar o ódio em amor (partir do ódio até ao amor) do que a partir da indiferença.
Este princípio, a nível prático, permite apreciar os obstáculos da vida no seu justo valor, já que possibilita que uma situação conflituosa possa ser mudada gradualmente através de uma adequada polarização do oposto. A mudança de um grau a outro da escala vibratória consegue-se mediante a vontade e o autodomínio. Porque experienciar dilemas internos é a natureza do homem. Uma titânica luta do bem contra mal.
Se o universo é dual, não podemos de todo extrair redutores exemplos, mas no entanto, aqui deixo alguns:
Luz /escuridão; Amor/ódio; Espirito/matéria; Vida/morte; Bem/ mal; Vigília/sono; Coragem/medo; Alegria/ tristeza
E muitos haveria a acrescentar….
O nosso cérebro, também ele é constituído de polaridades, existe o hemisfério direito que comanda as emoções, e o hemisfério esquerdo, que comanda o lado racional. Precisamos diariamente equilibrar o lado emocional e o lado racional, sendo que, por vezes, prevalece um mais do que o outro, não existe o mais ou menos importante, o ideal é termos o equilíbrio, não sermos nem demasiado emocionais nem demasiado racionais. E, é nesse equilíbrio que reside a verdadeira evolução do ser humano.
As lutas titânicas do Ser:
razão/emoção ; querer/dever; eu/outro; quem eu sou/quem eu queria ser
e, não querendo esquecer o Ser/Ter ( deixo discussão para outras batalhas)
No que toca à arte real, onde a dualidade abrange toda a sua simbologia, destaco o pavimento mosaico, o chão de xadrez preto e branco, sendo que a cor branca e preta refletem a polaridade positiva e negativa da natureza, e a dualidade do bem e do mal, e, é esse chão que o iniciado percorre, oscilando entre um e outro polo, enfrentando os perigos e lutando contra as adversidades, numa constante busca da perfeição.
O Pavimento Mosaico representa o caminho de cada um de nós, com as suas luzes e sombras, as suas seguranças e perigos, o lado bom e o lado mau da vida. O Pavimento mosaico é a nossa própria vida em perpétuo movimento.
Um simples pavimento mosaico serve de ponto de partida para a mais profunda introspeção de um maçon, que lhe recorda que o principal do seu trabalho faz-se no confronto de si consigo próprio, no uso frequente e equilibrado das duas grandes ferramentas de que dispõe naturalmente, a sua Razão e a sua Intuição, para trilhar sozinho os seus caminhos e, descobrir que, afinal, o que vai encontrar são novas encruzilhadas que abrem novos desafios à perpetuação da vida. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto – O Princípio da Correspondência
Todos os preceitos fundamentais básicos introduzidos nos ensinos esotéricos de cada raça foram formulados por Hermes. Mesmo os mais antigos preceitos da India tiveram a sua fonte no Preceitos Herméticos originais.
Nenhum fragmento dos conhecimentos ocultos possuídos pelo mundo foi tão zelosamente guardado como os fragmentos dos Preceitos Herméticos, que chegaram até nós, através dos séculos passados desde o tempo do seu grande estabelecedor, Hermes o Trimegisto, o Mensageiro dos Deuses, que viveu no antigo Egito, quando a atual raça humana estava na sua infância, isto é, mais ou menos 2.700 a. c., segundo alguns historiadores.
A palavra conhecimento corresponde exatamente à palavra Grega Gnosis, que os iniciados criaram, para não atribuir a si o maior atributo da Divindade, que é a ciência.
“O Homem nada sabe, mas é chamado a tudo conhecer”.
Hermes foi e é o Grande Sol Central do Ocultismo, cujos raios têm iluminado todos os ensinamentos que foram publicados desde o seu tempo.
Do antigo Egito vieram preceitos fundamentais esotéricos ocultos, que influenciaram todas as raças, nações e povos. O Egito foi a pátria da Sabedoria Secreta, dos ensinamentos místicos e dele, todas as nações receberam a Doutrina Secreta.
Os estudantes de religiões comparadas compreenderão facilmente a influencia dos Preceitos Herméticos em qualquer religião, quer seja uma religião morta, quer seja uma cheia de vida, como as dos nossos próprios tempos.
A Obra de Hermes foi feita para implantar a grande Verdade-Semente e, disseminou-se rapidamente. Todavia as verdades originais ensinadas por ele, foram conservadas intactas em sua pureza original, por pequeno numero de homens e tem sido transmitida entre esses poucos, dos lábios aos ouvidos.
Passamos a referir os principais preceitos de Hermes que compõem o Principio da Verdade.
- O Principio do Mentalismo:
- O Principio da Correspondência
- O Principio da Vibração
- O principio da Polaridade
- O Principio do Ritmo
- O Principio da Causa e Efeito
- O Principio do Género.
O PRINCIPIO DA CORRESPONDÊNCIA:
O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima. Este é o Principio da Correspondência e nele fica estabelecido que no Microcosmo assim como no Macrocosmo, tudo segue o seu destino e o nosso corpo é apenas um reflexo das manifestações de uma única forma.
A reações astrais são as mesmas de nosso tempo interior – mesmos átomos, mesmos movimentos.
Este principio contém a Verdade, que existe uma correspondência entre as leis e os fenómenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Este Principio é de aplicação e manifestação universal nos diversos planos do Universo material, mental e espiritual: é uma Lei Universal.
O Principio de Correspondência habilita o Homem a raciocinar inteligentemente do Conhecido ao Desconhecido. Estudando a mônada, ele chega ao arcanjo.
Podemos também referir-nos ao Principio da Correspondência de uma outra perspetiva:
Hermes Trimegisto é o símbolo considerado fundador da Ciência Hermética, autor da Tábua de Esmeralda, composta de 13 ensinamentos e considerada a mais valiosa sabedoria, da qual todo o Hermetismo se baseia. Os dois primeiros ensinamentos são:
1 – Verdadeiro, sem mentira, certo e veríssimo
2 – O que é inferior é como o que é superior, e o que é superior é como o que é inferior, para realizar os milagres de uma coisa única.
O Primeiro ensinamento trata de afirmar que a Tábua de Esmeraldas é a Chave para o conhecimento:
A Tábua das Esmeraldas.
O Segundo ensinamento, é conhecido como o principio da Correspondência, usado por cientistas, como Isaac Newton (Maçom e Rosa Cruz, nos seus arquivos foi encontrada uma tradução da Tábua de Esmeraldas) para definir suas Leis e, pela humanidade durante toda a sua história.
É impossível definir quando homem teve conhecimento desse principio. Achamos nas pedras da Pirâmides do Egito proporções numéricas perfeitas, definidos milénios depois pelos filósofos gregos, como Pitágoras, que levam a medida di diâmetro da Terra, da distância da Terra até ao Sol, das medidas dos sete planetas da astrologia, e tudo isso ao mesmo tempo refletindo nas proporções que achamos no corpo humano. Definir uma data a esse conhecimento foge a qualquer função histórica.
Achamos escrito no Oráculo de Delfos na antiga Grécia: “Conhece a si mesmo e conhecerá o segredo dos Deuses e do Universo”. É exatamente o mesmo que diz o Principio da Correspondência: “O que está em cima é como o que está embaixo, e o que esta embaixo é como o que está em cima”.
É o Homem feito por Deus (o Homem criado pela evolução do Universo) à sua imagem e semelhança. É o Homem como medida de todas as coisas, e o grande ensinamento do Hermetismo e do Ocultismo. Entender que todas as coisas estão dentro do homem e fora dele, ao mesmo tempo.
É por este principio que entenderemos a Magia, a Astrologia; a Mitologia, e como podemos ver, todos esses ensinamentos, hoje velados e separados da ciência ortodoxa, num único aprendizado: do corpo e da ente humana, o conhecimento de nós mesmos, eis a função das ciências ocultas. (Fonte: www.udjat.pt)
Nenhum fragmento dos conhecimentos ocultos possuídos pelo mundo foi tão zelosamente guardado como os fragmentos dos Preceitos Herméticos, que chegaram até nós, através dos séculos passados desde o tempo do seu grande estabelecedor, Hermes o Trimegisto, o Mensageiro dos Deuses, que viveu no antigo Egito, quando a atual raça humana estava na sua infância, isto é, mais ou menos 2.700 a. c., segundo alguns historiadores.
A palavra conhecimento corresponde exatamente à palavra Grega Gnosis, que os iniciados criaram, para não atribuir a si o maior atributo da Divindade, que é a ciência.
“O Homem nada sabe, mas é chamado a tudo conhecer”.
Hermes foi e é o Grande Sol Central do Ocultismo, cujos raios têm iluminado todos os ensinamentos que foram publicados desde o seu tempo.
Do antigo Egito vieram preceitos fundamentais esotéricos ocultos, que influenciaram todas as raças, nações e povos. O Egito foi a pátria da Sabedoria Secreta, dos ensinamentos místicos e dele, todas as nações receberam a Doutrina Secreta.
Os estudantes de religiões comparadas compreenderão facilmente a influencia dos Preceitos Herméticos em qualquer religião, quer seja uma religião morta, quer seja uma cheia de vida, como as dos nossos próprios tempos.
A Obra de Hermes foi feita para implantar a grande Verdade-Semente e, disseminou-se rapidamente. Todavia as verdades originais ensinadas por ele, foram conservadas intactas em sua pureza original, por pequeno numero de homens e tem sido transmitida entre esses poucos, dos lábios aos ouvidos.
Passamos a referir os principais preceitos de Hermes que compõem o Principio da Verdade.
- O Principio do Mentalismo:
- O Principio da Correspondência
- O Principio da Vibração
- O principio da Polaridade
- O Principio do Ritmo
- O Principio da Causa e Efeito
- O Principio do Género.
O PRINCIPIO DA CORRESPONDÊNCIA:
O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima. Este é o Principio da Correspondência e nele fica estabelecido que no Microcosmo assim como no Macrocosmo, tudo segue o seu destino e o nosso corpo é apenas um reflexo das manifestações de uma única forma.
A reações astrais são as mesmas de nosso tempo interior – mesmos átomos, mesmos movimentos.
Este principio contém a Verdade, que existe uma correspondência entre as leis e os fenómenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Este Principio é de aplicação e manifestação universal nos diversos planos do Universo material, mental e espiritual: é uma Lei Universal.
O Principio de Correspondência habilita o Homem a raciocinar inteligentemente do Conhecido ao Desconhecido. Estudando a mônada, ele chega ao arcanjo.
Podemos também referir-nos ao Principio da Correspondência de uma outra perspetiva:
Hermes Trimegisto é o símbolo considerado fundador da Ciência Hermética, autor da Tábua de Esmeralda, composta de 13 ensinamentos e considerada a mais valiosa sabedoria, da qual todo o Hermetismo se baseia. Os dois primeiros ensinamentos são:
1 – Verdadeiro, sem mentira, certo e veríssimo
2 – O que é inferior é como o que é superior, e o que é superior é como o que é inferior, para realizar os milagres de uma coisa única.
O Primeiro ensinamento trata de afirmar que a Tábua de Esmeraldas é a Chave para o conhecimento:
A Tábua das Esmeraldas.
O Segundo ensinamento, é conhecido como o principio da Correspondência, usado por cientistas, como Isaac Newton (Maçom e Rosa Cruz, nos seus arquivos foi encontrada uma tradução da Tábua de Esmeraldas) para definir suas Leis e, pela humanidade durante toda a sua história.
É impossível definir quando homem teve conhecimento desse principio. Achamos nas pedras da Pirâmides do Egito proporções numéricas perfeitas, definidos milénios depois pelos filósofos gregos, como Pitágoras, que levam a medida di diâmetro da Terra, da distância da Terra até ao Sol, das medidas dos sete planetas da astrologia, e tudo isso ao mesmo tempo refletindo nas proporções que achamos no corpo humano. Definir uma data a esse conhecimento foge a qualquer função histórica.
Achamos escrito no Oráculo de Delfos na antiga Grécia: “Conhece a si mesmo e conhecerá o segredo dos Deuses e do Universo”. É exatamente o mesmo que diz o Principio da Correspondência: “O que está em cima é como o que está embaixo, e o que esta embaixo é como o que está em cima”.
É o Homem feito por Deus (o Homem criado pela evolução do Universo) à sua imagem e semelhança. É o Homem como medida de todas as coisas, e o grande ensinamento do Hermetismo e do Ocultismo. Entender que todas as coisas estão dentro do homem e fora dele, ao mesmo tempo.
É por este principio que entenderemos a Magia, a Astrologia; a Mitologia, e como podemos ver, todos esses ensinamentos, hoje velados e separados da ciência ortodoxa, num único aprendizado: do corpo e da ente humana, o conhecimento de nós mesmos, eis a função das ciências ocultas. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto – O Princípio de causa e efeito
O Princípio de Causa e Efeito: "Todas as coisas tem o seu Efeito, todo Efeito tem sua causa.
Tudo acontece de acordo com a Lei. O Acaso é simplesmente um nome dado a uma lei não reconhecida, porém nada escapa à Lei."
O Princípio de Causa e Efeito foi anunciado pelos Hermetistas desde sempre, no entanto está oculto nas ideias científicas. Apesar de oculto, nada existe sem a sua influência, nada é por puro acaso no universo. Em Tudo há esse princípio, às vezes oculto a ponto de não nos apercebermos.
Nada há fora do Todo, pois o Todo é a própria Lei.
Nada há que seja obra do Acaso, nada, tanto nos planos superiores como nos inferiores, a Lei está sempre em ação. Não há coisa do Acaso, tudo é governado pela Lei Universal, e o infinito número de leis é simplesmente uma manifestação da única Grande Lei, a Lei que é o Todo, e afinal a sua verdadeira Unidade (Um é Tudo e Tudo é Um).
Não há lugar no universo para uma coisa fora e independente da Lei. O Acaso é o que não conseguimos compreender, por exemplo, a queda de pedras num jogo de azar, é um fato considerado simplesmente casual, mas se for analisado analiticamente pela razão, veremos que também não é verdade, pois nada é por acaso na caída de dados num jogo.
Este princípio diz-nos que existe uma Causa para cada Efeito e um Efeito para cada Causa, assim nada acontece sem uma razão ou sem um motivo, não há coisa que seja casual, tudo acontece de acordo com a Lei.
O Princípio de Causa e Efeito contém a verdade que nada acontece por acaso, os fenômenos são contínuos, sem interrupção, sem exceção. Toda idéia que pensamos, todo ato que praticamos tem o seu resultado direto ou indireto que se adapta à grande cadeia de Causa e Efeito.
As coisas são como estão porque houve escolhas no passado que determinaram o hoje, e poderiam ser diferentes se diferentes escolhas tivessem sido feitas.
Tudo no universo tem uma causa específica; não há causa sem efeito, nem efeito que não tenha uma causa, e a grandeza do efeito é equivalente à importância da causa que lhe deu origem.
Tudo o que acontece nas nossas vidas, favorável ou desfavorável, está relacionado com causas que nós próprios pusemos em movimento nalgum momento, de forma consciente ou inconsciente, e que não tem sentido culpar Deus, os outros, ou a sorte, pois somos nós mesmos quem construímos a nossa vida. Não importa que não recordemos o instante, ou que tenhamos esquecido o que fizemos em muitos momentos da nossa existência; o princípio de causa e efeito actua sempre e surge-nos inevitavelmente.
Este princípio actua a nível de todos os planos de energia: Matéria, Mente e Espírito. Não existe a casualidade, a sorte, ou o azar. Estes termos são utilizados apenas para nos referirmos a causas desconhecidas.
Existem vários Planos de Causa e Efeito, os planos superiores, dominam os inferiores. Os Hermetistas conhecem a arte e os métodos de elevar-se do plano ordinário de Causa e Efeito, a um certo grau, e por meio da elevação mental a um plano superior, tomam-se Causadores em vez de Efeitos.
Os Hermetistas observaram esta Lei e através dela aprenderam a controlar as suas ações, para que possam colher reações sempre adequadas aos seus objetivos. Assim, de meros peões de um tabuleiro de xadrez tornam-se os jogadores, empregando este Princípio ao invés de serem seus instrumentos.
Os Preceitos Herméticos ensinam que o Homem pode usar a Lei contra as Leis menores, e que a vontade superior prevalece contra a inferior até que por fim procure refúgio na própria Lei, e olhe com desdém as Leis inferiores.
O Homem, em geral, só conhece os efeitos. Enquanto o Hermetista pretende aceder ao conhecimento das causas.
De toda causa resulta um efeito, e todo efeito tem uma causa, ou seja: absolutamente tudo acontece de acordo com a Lei, não existe Acaso, tudo tem sua razão de ser.
Num determinado momento da nossa vida se estamos passando por um momento difícil, devemos lembrar o momento que gerou aquela necessidade de experiência. Qual foi a postura, a birra, a irritação, a falha cuja consequência gerou o que se está a viver. Fomos nós que pedimos para “aquilo” crescer, a culpa não é de ninguém, não há culpa, nós vivemos como processo educativo, para podermos evoluir e ter em mente a consequência daquela atitude.
O nosso mundo pode tornar-se o que nossa mente quer mais facilmente, porque, através do treino desta, poderemos fazer um mundo melhor; nossas ações são resultantes de nossos pensamentos e, portanto, devemos começar a mudança aí, procurando criar um “efeito dominó melhorado”, para nós e para os outros.
Cuidemos de nossos sentimentos e pensamentos, eles são a fonte de criação de todo nosso mundo, e dependendo do grau de penetração e do que foi plantado, será colhido, na mesma proporção e rapidez.
A bíblia refere: "A semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória", significa que se semearmos trigo, não podemos esperar soja, nem chorar pelas consequências, devemos aprender, evoluir e seguir. (Fonte: www.udjat.pt)
Tudo acontece de acordo com a Lei. O Acaso é simplesmente um nome dado a uma lei não reconhecida, porém nada escapa à Lei."
O Princípio de Causa e Efeito foi anunciado pelos Hermetistas desde sempre, no entanto está oculto nas ideias científicas. Apesar de oculto, nada existe sem a sua influência, nada é por puro acaso no universo. Em Tudo há esse princípio, às vezes oculto a ponto de não nos apercebermos.
Nada há fora do Todo, pois o Todo é a própria Lei.
Nada há que seja obra do Acaso, nada, tanto nos planos superiores como nos inferiores, a Lei está sempre em ação. Não há coisa do Acaso, tudo é governado pela Lei Universal, e o infinito número de leis é simplesmente uma manifestação da única Grande Lei, a Lei que é o Todo, e afinal a sua verdadeira Unidade (Um é Tudo e Tudo é Um).
Não há lugar no universo para uma coisa fora e independente da Lei. O Acaso é o que não conseguimos compreender, por exemplo, a queda de pedras num jogo de azar, é um fato considerado simplesmente casual, mas se for analisado analiticamente pela razão, veremos que também não é verdade, pois nada é por acaso na caída de dados num jogo.
Este princípio diz-nos que existe uma Causa para cada Efeito e um Efeito para cada Causa, assim nada acontece sem uma razão ou sem um motivo, não há coisa que seja casual, tudo acontece de acordo com a Lei.
O Princípio de Causa e Efeito contém a verdade que nada acontece por acaso, os fenômenos são contínuos, sem interrupção, sem exceção. Toda idéia que pensamos, todo ato que praticamos tem o seu resultado direto ou indireto que se adapta à grande cadeia de Causa e Efeito.
As coisas são como estão porque houve escolhas no passado que determinaram o hoje, e poderiam ser diferentes se diferentes escolhas tivessem sido feitas.
Tudo no universo tem uma causa específica; não há causa sem efeito, nem efeito que não tenha uma causa, e a grandeza do efeito é equivalente à importância da causa que lhe deu origem.
Tudo o que acontece nas nossas vidas, favorável ou desfavorável, está relacionado com causas que nós próprios pusemos em movimento nalgum momento, de forma consciente ou inconsciente, e que não tem sentido culpar Deus, os outros, ou a sorte, pois somos nós mesmos quem construímos a nossa vida. Não importa que não recordemos o instante, ou que tenhamos esquecido o que fizemos em muitos momentos da nossa existência; o princípio de causa e efeito actua sempre e surge-nos inevitavelmente.
Este princípio actua a nível de todos os planos de energia: Matéria, Mente e Espírito. Não existe a casualidade, a sorte, ou o azar. Estes termos são utilizados apenas para nos referirmos a causas desconhecidas.
Existem vários Planos de Causa e Efeito, os planos superiores, dominam os inferiores. Os Hermetistas conhecem a arte e os métodos de elevar-se do plano ordinário de Causa e Efeito, a um certo grau, e por meio da elevação mental a um plano superior, tomam-se Causadores em vez de Efeitos.
Os Hermetistas observaram esta Lei e através dela aprenderam a controlar as suas ações, para que possam colher reações sempre adequadas aos seus objetivos. Assim, de meros peões de um tabuleiro de xadrez tornam-se os jogadores, empregando este Princípio ao invés de serem seus instrumentos.
Os Preceitos Herméticos ensinam que o Homem pode usar a Lei contra as Leis menores, e que a vontade superior prevalece contra a inferior até que por fim procure refúgio na própria Lei, e olhe com desdém as Leis inferiores.
O Homem, em geral, só conhece os efeitos. Enquanto o Hermetista pretende aceder ao conhecimento das causas.
De toda causa resulta um efeito, e todo efeito tem uma causa, ou seja: absolutamente tudo acontece de acordo com a Lei, não existe Acaso, tudo tem sua razão de ser.
Num determinado momento da nossa vida se estamos passando por um momento difícil, devemos lembrar o momento que gerou aquela necessidade de experiência. Qual foi a postura, a birra, a irritação, a falha cuja consequência gerou o que se está a viver. Fomos nós que pedimos para “aquilo” crescer, a culpa não é de ninguém, não há culpa, nós vivemos como processo educativo, para podermos evoluir e ter em mente a consequência daquela atitude.
O nosso mundo pode tornar-se o que nossa mente quer mais facilmente, porque, através do treino desta, poderemos fazer um mundo melhor; nossas ações são resultantes de nossos pensamentos e, portanto, devemos começar a mudança aí, procurando criar um “efeito dominó melhorado”, para nós e para os outros.
Cuidemos de nossos sentimentos e pensamentos, eles são a fonte de criação de todo nosso mundo, e dependendo do grau de penetração e do que foi plantado, será colhido, na mesma proporção e rapidez.
A bíblia refere: "A semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória", significa que se semearmos trigo, não podemos esperar soja, nem chorar pelas consequências, devemos aprender, evoluir e seguir. (Fonte: www.udjat.pt)
Hermes Trimegisto – O Princípio do Género
Para começar, enuncio esta citação do nosso Hermes Trismegisto:
“o género está em tudo; tudo tem os seus princípios masculino e feminino; o género se manifesta em todos os planos”
Na tentativa de perceber o que ele nos queria ensinar com esta sua reflexão podemos primeiramente entender que o principio do género que aqui estudo está presente em tudo, e no campo da leveza encontramos o masculino e feminino que, após uma evolução e verdadeira maturação chegamos ao Uno, os dois se tornarem um, a essência dos dois une-se em um patamar supremo de os dois serem apenas um.
Para isso temos de imaginar o universo do ponto de vista dos Herméticos, ou seja, daqueles que veem no universo algo de superior que apenas um pequeno numero daqueles que se conseguem conhecer a si próprios conseguem alcançar a sabedoria.
Por vezes género e sexo são confundidos e no plano superficial são ambos iguais, mas, na realidade, são coisas muito distintas, sexo não é mais que um gameta e género é a somas de dois, as partes que se complementam uma àoutra para, num patamar supremo, se tornarem um.
Como em tudo no universo, género manifesta-se em planos, não devemos tentar alcançar o supremo sem passar pelos patamares intermédios, degrau a degrau deixando que a maturidade e evolução interior se exteriozem e se deem a conhecer de formal natural e sublime. Género, quanto mais tentamos percebê-lo, mais caímos na realidade de que o género está presente em tudo, poderia ousar mesmo dizer que é o principio essencial para que todos os outros princípios existam. Género é muito mais extenso que sexo, sendo que este se limita mesmo à vida orgânica enquanto que género se transcende e existe na vida espiritual, na vida universal, muito para além do apenas “eu só existo”.
Na natureza, existem plantas sexuadas e assexuadas, onde, podendo adiantar um pouco a minha interpretação onde ouso dizer que uma planta assexuada, está mais evoluída que uma sexuada, a sexuada podemos dizer que é o “sexo” e a assexuada, o “género” em que esta última já não tem a necessidade do masculino e do feminino, mas já existe no uno acima dos dois.
Sexo é limitado e mal interpretado, pois a má compreensão da palavra e seu uso tornou-a vulgar, deixando de ser uma palavra bela para se tornar um palavra vulgar que apenas se reduz a um vazio de essência.
Etimologicamente falando, a palavra, “gen” – significa gerar, criar, engendrar, fazer nascer, portanto, num patamar filosófico, gerar é produzir muito para além do simples ato sexual de juntar dois gametas, mas sim produzir obra, essência e sabedoria.
Género está associado a ideia e, claro, uma ideia tem um masculino e feminino, um pai e uma mãe, uma sinapse e um neurónio, e no meio onde se gera a ideia, existe um espaço sináptico onde se produz energia. Energia essa que quimicamente liberta a ideia e a faz percorrer os neurónios até ao núcleo onde a ideia ganha força, se traduz em obra e, essa construção leva a sabedoria. Algo sublime que não é mais do que o género a revelar-se, mais uma vez, como o principio essencial em todos os outros princípios.
Em suma, qualquer plano para gerar uma ideia, seja universal, ou não, tem sempre de ter macho e fêmea, pai e mãe.
Outra perspectiva importante, é não usar a nomenclatura de positivo e negativo pois estas criam logo na nossa mente o sentimento e interpretação de mau, no entanto outros defendem que também não devemos usar nem masculino e feminino, pois elas induzem no nosso espirito uma conotação errada do conceito de género. Assim, o importante a reter será termos em mente que para tudo há os dois, mas se conseguirmos saber que um existe com o outro sem que para isso lhe atribuamos ideias negativas e positivas mas sim essência e sabedoria, estamos a chegar a um patamar supremo em que, interiormente sabemos que eles existem mas conseguimos viver com isso, aceitá-los, reconhecê-los, conseguindo saber que existem, mas sem que para isso nos sintamos influenciados por essa ideia conotativa.
Por exemplo, a criação do átomo não é mais que o núcleo e o eletrão a fecundarem-se um ao outro, a gerarem energia por forma a criarem algo que só existe se ambos existirem.
Ou, no yin e yang, um não existe sem o outro, masculino não existe sem feminino.
No próprio Yin e yang, há uma amostra de cada um deles dentro do outro.
Sempre há um e outro e quando deixa de haver passa a haver o uno... e este será acima de tudo, será universal, será muito para além do leviano e torna-se a essência da vida universal.
A gravitação universal não é mais que o principio do género, Amor entre os astros, sincronia perfeita entre tudo, entre a matéria e antimatéria...
Finalmente, deixo aqui uma questão, mas afinal quem é o pai da ideia que está dentro de mim? (Fonte: www.udjat.pt)
“o género está em tudo; tudo tem os seus princípios masculino e feminino; o género se manifesta em todos os planos”
Na tentativa de perceber o que ele nos queria ensinar com esta sua reflexão podemos primeiramente entender que o principio do género que aqui estudo está presente em tudo, e no campo da leveza encontramos o masculino e feminino que, após uma evolução e verdadeira maturação chegamos ao Uno, os dois se tornarem um, a essência dos dois une-se em um patamar supremo de os dois serem apenas um.
Para isso temos de imaginar o universo do ponto de vista dos Herméticos, ou seja, daqueles que veem no universo algo de superior que apenas um pequeno numero daqueles que se conseguem conhecer a si próprios conseguem alcançar a sabedoria.
Por vezes género e sexo são confundidos e no plano superficial são ambos iguais, mas, na realidade, são coisas muito distintas, sexo não é mais que um gameta e género é a somas de dois, as partes que se complementam uma àoutra para, num patamar supremo, se tornarem um.
Como em tudo no universo, género manifesta-se em planos, não devemos tentar alcançar o supremo sem passar pelos patamares intermédios, degrau a degrau deixando que a maturidade e evolução interior se exteriozem e se deem a conhecer de formal natural e sublime. Género, quanto mais tentamos percebê-lo, mais caímos na realidade de que o género está presente em tudo, poderia ousar mesmo dizer que é o principio essencial para que todos os outros princípios existam. Género é muito mais extenso que sexo, sendo que este se limita mesmo à vida orgânica enquanto que género se transcende e existe na vida espiritual, na vida universal, muito para além do apenas “eu só existo”.
Na natureza, existem plantas sexuadas e assexuadas, onde, podendo adiantar um pouco a minha interpretação onde ouso dizer que uma planta assexuada, está mais evoluída que uma sexuada, a sexuada podemos dizer que é o “sexo” e a assexuada, o “género” em que esta última já não tem a necessidade do masculino e do feminino, mas já existe no uno acima dos dois.
Sexo é limitado e mal interpretado, pois a má compreensão da palavra e seu uso tornou-a vulgar, deixando de ser uma palavra bela para se tornar um palavra vulgar que apenas se reduz a um vazio de essência.
Etimologicamente falando, a palavra, “gen” – significa gerar, criar, engendrar, fazer nascer, portanto, num patamar filosófico, gerar é produzir muito para além do simples ato sexual de juntar dois gametas, mas sim produzir obra, essência e sabedoria.
Género está associado a ideia e, claro, uma ideia tem um masculino e feminino, um pai e uma mãe, uma sinapse e um neurónio, e no meio onde se gera a ideia, existe um espaço sináptico onde se produz energia. Energia essa que quimicamente liberta a ideia e a faz percorrer os neurónios até ao núcleo onde a ideia ganha força, se traduz em obra e, essa construção leva a sabedoria. Algo sublime que não é mais do que o género a revelar-se, mais uma vez, como o principio essencial em todos os outros princípios.
Em suma, qualquer plano para gerar uma ideia, seja universal, ou não, tem sempre de ter macho e fêmea, pai e mãe.
Outra perspectiva importante, é não usar a nomenclatura de positivo e negativo pois estas criam logo na nossa mente o sentimento e interpretação de mau, no entanto outros defendem que também não devemos usar nem masculino e feminino, pois elas induzem no nosso espirito uma conotação errada do conceito de género. Assim, o importante a reter será termos em mente que para tudo há os dois, mas se conseguirmos saber que um existe com o outro sem que para isso lhe atribuamos ideias negativas e positivas mas sim essência e sabedoria, estamos a chegar a um patamar supremo em que, interiormente sabemos que eles existem mas conseguimos viver com isso, aceitá-los, reconhecê-los, conseguindo saber que existem, mas sem que para isso nos sintamos influenciados por essa ideia conotativa.
Por exemplo, a criação do átomo não é mais que o núcleo e o eletrão a fecundarem-se um ao outro, a gerarem energia por forma a criarem algo que só existe se ambos existirem.
Ou, no yin e yang, um não existe sem o outro, masculino não existe sem feminino.
No próprio Yin e yang, há uma amostra de cada um deles dentro do outro.
Sempre há um e outro e quando deixa de haver passa a haver o uno... e este será acima de tudo, será universal, será muito para além do leviano e torna-se a essência da vida universal.
A gravitação universal não é mais que o principio do género, Amor entre os astros, sincronia perfeita entre tudo, entre a matéria e antimatéria...
Finalmente, deixo aqui uma questão, mas afinal quem é o pai da ideia que está dentro de mim? (Fonte: www.udjat.pt)
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Corpus Hermeticum, de Hermes Trismegisto
"Corpus Hermeticum (também chamado de Hermetica) é o conjunto de textos escrito entre 100 e 300 d.C. na então província romana do Egito. É o resultado de um complexo sincretismo religioso, de múltiplas influências (inclusive egípcias). Ocorreu no período da Pax Romana (Paz Romana), que colocou o Egito em contato com o restante do Império Romano. Escrito na primeira pessoa por Thoth ou Hermes Trismegisto, contando as coisas que lhe revelou seu contato com o nous, espécie de divindade absoluta. Durante os séculos seguintes, atribuiu-se erroneamente a esses textos uma exagerada antiguidade, situando-o na época das grandes pirâmides. Tal atributo lhe valeu uma leitura reverente e atenta que teve importante influência na ciência do Renascimento, quando quase tudo o que fora escrito na Antiguidade era lido como revelação fundamental." (Fonte: Wikipédia)
... mais informações sobre este livro na Área Reservada.
... mais informações sobre este livro na Área Reservada.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Hermes Trimegisto: A sete Leis universais (Caibalion)
"A Nova Acrópole apresenta esta serie com a leitura comentada feita pela professora Lúcia Helena Galvão Maya, de cada um dos 15 capítulos do livro "O CAIBALION" - texto que se propõe a explicar as 7 leis universais enunciadas pelo sábio egípcio HERMES TRISMEGISTO, em tempos imemoriais." (Fonte: Nova Acrópole - Brasil)
... veja aqui os 15 videos.
... veja aqui os 15 videos.
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Tertúlia: Hermes Trimegisto (Hermes três vezes grande)
Organizada pelo recentemente criado Círculo Garibaldi, irá decorrer no próximo dia 28 de setembro de 2017, pelas 21H30, uma tertúlia subordinada ao tema: Hermes Trimegisto (Hermes três vezes grande).
A participação está aberta a todos os interessados, bastando para tal entrar em contacto com o Círculo Garibaldi através do seguinte email: circulogaribaldi@gmail.com.
De referir, que o Círculo Garibaldi tem por objetivo a realização de atividades de promoção e divulgação da Franco-Maçonaria, bem como dos diversos Ritos, a organização de tertúlias, conferências, publicações, etc., contando com o apoio da Associação Cívica Terra Fraterna.
... fonte: http://maconaria-memphismisraim.com/tertulia-hermes-trimegisto-hermes-tres-vezes-grande/
A participação está aberta a todos os interessados, bastando para tal entrar em contacto com o Círculo Garibaldi através do seguinte email: circulogaribaldi@gmail.com.
De referir, que o Círculo Garibaldi tem por objetivo a realização de atividades de promoção e divulgação da Franco-Maçonaria, bem como dos diversos Ritos, a organização de tertúlias, conferências, publicações, etc., contando com o apoio da Associação Cívica Terra Fraterna.
... fonte: http://maconaria-memphismisraim.com/tertulia-hermes-trimegisto-hermes-tres-vezes-grande/
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Palestra sobre as 7 Leis Universais enunciadas pelo sábio egípcio Hermes Trimegisto, em tempos imemoriais
Palestra sobre as 7 Leis Universais enunciadas pelo sábio egípcio Hermes Trimegisto, em tempos imemoriais.
- O Princípio de Mentalismo: "O Todo é Mente; o Universo é Mental." (Tudo é consciência, Deus é tudo que existe).
- O Princípio de Correspondência: "O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima." (Na realidade não existe em cima e em baixo, tudo é um todo).
- O Princípio de Vibração: "Nada está parado; tudo se move; tudo vibra." (Tudo está gravado na onda. Pensamentos, Sentimentos, Palavras, Acções).
- O Princípio de Polaridade: "Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados." (Bem > Mal; Positivo > Negativo; Doce > Amargo; Protão > Electrão; Tudo que se emite se recebe).
- O Princípio de Ritmo: "Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação." (Tudo flui.).
- O Princípio de Causa e Efeito: "Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei." (Plantar > Colher).
- O Princípio de Género: "O Género está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o género manifesta-se em todos os planos." (Masculino > Feminino; Yin > Yang)...
O Caibalion (Kybalion), livro esotérico e ocultista sobre os Princípios Herméticos (Hermes Trimegisto)
"O Caibalion (Kybalion) é um livro esotérico e ocultista sobre os Princípios Herméticos, e foi publicado pela primeira vez em 1908 em inglês. O livro foi escrito por três indivíduos auto-intitulados Os Três Iniciados, e segundo eles contêm a essência dos ensinamentos de Hermes Trismegistus tal como ensinado nas escolas herméticas do Antigo Egito e da Grécia. O título Caibalion se refere a uma palavra hebraica que significa "Tradição ou preceito manifestado por um ente de cima" e compartilha a mesma raiz da palavra Qabala. Muitas das ideias apresentadas neste livro anteciparam conceitos relativamente modernos da Lei da Atração e do Movimento do Novo Pensamento."
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