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domingo, 3 de março de 2019

Linha quase perfeita: construção da Grande Pirâmide do Egito é exposta como nunca antes

"Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste.

Construtores do Antigo Egito poderiam ter usado sombras projetadas durante o equinócio para alinhar a Grande Pirâmide de Gizé, de 4.500 anos, com os pontos cardeais, norte-sudeste-oeste, explicou o arqueólogo Glen Dash ao portal Live Life.

A nova teoria poderia revelar, finalmente, como os egípcios alinharam as paredes das pirâmides com tanta precisão.

Segundo o estudo, os antigos egípcios criaram pontos de referência a partir da posição do Sol durante o equinócio de outono, dia entre os solstícios de verão e de inverno, quando o dia e a noite duram o mesmo.

Usando parte do relógio solar que possibilita a projeção da sombra conhecida como gnômon, os egípcios teriam seguido o caminho do Sol ao longo do dia para projetar linhas perfeitas de leste a oeste, de acordo com Dash, pesquisador que usou o mesmo método.

"Os construtores da Grande Pirâmide de Quéops [também conhecida como a Grande Pirâmide de Gizé] alinharam o grande monumento com os pontos cardeais a uma precisão de mais de quatro minutos de arco ou a um quinto do grau", disse o arqueólogo.

Usando Sol para contornar precisamente

Segundo revela o arqueólogo, outras pirâmides do Egito, incluindo a de Quéfren e a Vermelha, compartilham o mesmo grau de precisão em seu alinhamento com os pontos cardeais:

"As três pirâmides têm o mesmo tipo de erro, voltam-se ligeiramente para a esquerda a partir dos pontos cardeais."

Esta técnica só funciona no equinócio de outono, devido à inclinação específica da Terra naquele dia. Os egípcios poderiam ter calculado o dia do equinócio de outono contando 91 dias após o solstício de verão.

Segundo o pesquisador, tudo o que os engenheiros das pirâmides precisariam era "um dia claro e ensolarado, como a maioria dos dias em Gizé", para traçar as paredes do monumento.

No entanto, o arqueólogo admitiu que os egípcios poderiam ter usado outros métodos relacionados à posição do Sol ou das estrelas para alinhar as pirâmides, uma vez que até agora não foram encontrados documentos que confirmem uso de qualquer método específico." (Fonte: Sputnik)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Mistério da construção das Pirâmides do Egito pode ter sido finalmente desvendado

"As Pirâmides do Egito são uma beleza arquitetónica e, milhares de anos após a sua construção, continuam envolvidas em mistério. Há muito que os arqueólogos se questionam como é que os antigos egípcios construíram aquela que é a maior pirâmide do mundo, a Grande Pirâmide.

Agora, e de acordo com uma nova descoberta arqueológicas, os especialistas podem finalmente desvendar parte do mistério, percebendo como é que os enormes e massivos blocos de pedra foram movidos.

Uma equipa internacional de cientistas – do Instituto Francês de Arqueologia Oriental (IFAO), no Cairo, e da Universidade de Liverpool, no Reino Unido – detetou os vestígios de um sistema que terá sido utilizado pelos egípcios para construírem as míticas pirâmides. De acordo com os cientistas, o engenho terá sido utilizado para transportar as pedras pesadas de alabastro por uma rampa íngreme.

O que resta do sistema foi encontrado numa antiga pedreira no deserto oriental do Egito, em Hatnub, local onde os egípcios exploravam o alabastro. Segundo os especialistas, o sistema é datado de há 4.500 anos.

Esta construção milenar foi encontrada numa plataforma inclinada que tinha, em ambos os lados, escadas e aberturas. Nessas aberturas, podiam encaixar-se colunas de madeira, nas quais se podiam enrolar cordas. Posteriormente, os pesados blocos de pedra – alguns com mais de duas toneladas – fixavam-se numa espécie de “trenó” de madeira.

Depois do engenho estar pronto, explicaram os cientistas, os construtores puxavam as cordas, deslocando os blocos através da plataforma com um declive de 20 graus.

“Este sistema é composto de uma rampa central ladeada por duas escadarias com vários buracos”, disse Yannis Gourdon, co-diretor da expedição arqueológica, ao Live Science.

Roland Enmarch, outro dos arqueólogos que participou na descoberta, explicou ainda que as cordas presas ao trenó funcionavam como um “multiplicador de força”, facilitando a subida do trenó até ao cimo da rampa.a

Anteriormente, os cientistas já pressupunham a existência de construções deste género, contudo, esta é a primeira vez que o engenho é encontrado. “Este tipo de sistema nunca foi descoberto em nenhum outro lugar antes”, disse Gourdon.
Construção contemporânea do reino de Khufu
Gourdon disse ainda que, de acordo com as marcas de ferramentas encontradas e tendo também em conta duas inscrições de Khufu identificadas, os cientistas acreditam que o sistema remonta, pelo menos, ao reinado de Khufu, o construtor da Grande Pirâmide.

“Como este sistema remonta, pelo menos, ao reinado de Khufu, significa que durante o tempo de Khufu, os antigos egípcios sabiam como mover enormes blocos de pedra usando encostas muito íngremes. Portanto, poderiam tê-lo usado para a construção da sua pirâmide”, acrescentou o cientista.

A Grande Pirâmide é a maior das três Pirâmides de Gizé, construídas para cada um dos três faraós – Khufu, Khafre e Menkaure. A Pirâmide de Khufu é a maior já construída no Egito, tendo 146 metros de altura quando foi construída. A erosão e o vandalismo foram diminuindo a sua altura, que está agora em 138 metros.

A Grande Pirâmide é ainda a mais antiga das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e a única que permanece quase totalmente intacta. E, milhares de anos depois, as pirâmides continuam a revelar mistérios ainda por resolver. (Fonte: ZAP // SputinkNews; LiveScience)

Fotos: Yannis Gourdon/Ifao e Hostelworld.com

domingo, 15 de julho de 2018

Vizinhança nobre: encontradas casas de 4,5 mil anos perto das pirâmides de Gizé

«Se você estava sentido falta de notícias sobre descobertas relacionadas com o Antigo Egito, temos uma fresquinha para compartilhar! De acordo com Owen Jarus, do site Live Science, um time de arqueólogos descobriu duas casas nas imediações das pirâmides da Necrópole de Gizé, no Egito, e que passaram milhares de anos enterradas sob as areias do deserto.

Segundo Owen, os cientistas estabeleceram que as estruturas contam com mais de 4,5 mil anos e foram construídas na mesma época em que a Pirâmide de Menkaure, um faraó que reinou no Egito entre os anos de 2490 e 2472 a.C., mais ou menos. Além disso, os arqueólogos acreditam que as casas provavelmente serviam para abrigar oficiais envolvidos na produção e distribuição de alimentos para uma força paramilitar que atuava na região.

As duas residências foram encontradas pertinho de uma série de edificações que serviam para abrigar os integrantes dessa força paramilitar e provavelmente tinham espaço para mais de mil integrantes. Portanto, faz sentido que existissem pessoas responsáveis por organizar os recursos necessários para alimentar essa gente toda. Além disso, com a construção da pirâmide acontecendo na mesma época, pode ser que parte do enorme número de construtores envolvidos na obra também recebesse comida desse centro.

Mais especificamente, os arqueólogos suspeitam que uma das casas descobertas servia de lar para o oficial responsável por gerenciar a criação e animais para o abate, enquanto que na outra é possível que vivesse um sacerdote. E como é que os pesquisadores chegaram a essa divisão de endereços?

Durante as escavações, os arqueólogos encontraram selos mencionando uma antiga instituição chamada “wadaat”, que consistia em uma organização na qual os sacerdotes podiam chegar ocupar altos cargos no governo. Ademais, anexo a uma das estruturas, os pesquisadores encontraram um espaço no qual existem vestígios de que ele era usado na produção de pão e cerveja. Portanto, o tal sacerdote podia estar envolvido na supervisão da fabricação desses itens.

Essas estruturas todas se encontram onde, há milhares de anos, havia um porto — o que seria uma localização bastante conveniente, considerando que o local serviria de ponto de entrada de materiais, produtos, especiarias e todo tipo de coisa vinda não só de todo o Egito, mas também do Mediterrâneo.

Os arqueólogos acreditam que esse antigo porto possivelmente ainda estava em funcionamento quando a Grande Pirâmide de Quéops estava sendo construída, já que um antigo registro produzido por um inspetor que viveu durante o reino desse faraó traz referências sobre as atividades no local. O documento ainda não foi completamente decifrado, mas os trabalhos para desvendar os mistérios dessas novas descobertas continuam e as escavações devem se prolongar até 2019. Vai saber o que mais não será encontrado!» (Fonte: 24Horas News)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Engenheiro revela segredo do alinhamento das pirâmides do Egito

"A pirâmide de Quéops foi o edifício mais alto do Mundo durante mais de dois mil anos. São 139 metros erguidos ao céu, em homenagem ao Faraó, deus na Terra, e de olhos no infinito onde habitariam os deuses.

Construídas há quase três mil anos, as pirâmides encantam gerações de pessoas desde que foram "descobertas" pelo ocidente, em 1882, com a publicação de um artigo de Flinders Petrie, o primeiro a medir com rigor aquelas estruturas.

Glen Dash, engenheiro eletrotécnico e um apaixonado da egiptologia, diz ter descoberto como os antigos egípcios conseguiram alinhar as pirâmides perfeitamente com os pontos cardeais.

A Pirâmide de Quéops, também conhecida como Grande Pirâmide de Gizé, a que se ergue mais alto num complexo tumular que incluiu ainda a Pirâmide de Quéfren, tem os quatro cantos da base piramidal alinhados com os quatro pontos cardeais: Norte, Sul, Este e Oeste.

Segundo um artigo do egiptólogo amador Glen Dash, publicado na Revista da Arquitetura do Antigo Egito, os antigos egípcios usaram o equinócio de outono para descortinar os pontos cardeais e marcar os cantos da construção.

Dash argumenta que se pode determinar o equinócio de outono contando 91 dias após o solstício de verão. Espetando uma vara no chão, basta seguir a sombra da extremidade da vara durante esse dia específico para obter uma linha perfeitamente enquadrada com o Este e o Oeste, argumentou aquele engenheiro eletrotécnico.

É apenas uma teoria. Não há registo algum a detalhar os métodos usados pelos egípcios para orientar as pirâmides nem foi encontrado qualquer compasso ou aparelho que pudessem ter usado para o fazer. Além disso, há outros métodos para encontrar os pontos cardeais.


Não há, que se saiba, qualquer razão científica para alinhar as pirâmides com os pontos cardeais. Construídas às ordens de semideuses, erguidas para honrar deuses, teriam de almejar a perfeição. A orientação geográfica podia ser, apenas, uma forma de demonstrar a grandeza dos matemáticos que as engendraram. Esse é apenas mais um mistério, entre tantos, que despertam a curiosidade e alimentam a paixão de milhões de pessoas pela grandeza destas obras eternas." (Fonte: JN)

sábado, 4 de novembro de 2017

Investigadores descobrem misterioso “vazio” dentro da Grande Pirâmide do Egito (DN)


“Método inovador de recolha de imagem permitiu descobrir "cavidade" dentro da Grande Pirâmide de Gizé. Cientistas não conseguem, para já, determinar utilidade do espaço
Cientistas que utilizaram um método de captura de imagem baseado em raios cósmicos detetaram uma gigantesca e enigmática estrutura na última das sete maravilhas do mundo antigo que ainda se encontra hoje intacta, a Grande Pirâmide de Gizé, nos arredores do Cairo.

Os investigadores anunciaram a descoberta esta quinta-feira, mas dizem ainda não saber qual o propósito, o que contém ou as dimensões do espaço que estão a chamar de "vazio" ou "cavidade" dentro da pirâmide, construída como um túmulo monumental cerca de 2560 anos antes de Cristo.
Para ter acesso ao interior da pirâmide, os cientistas recorreram à tomografia de muões, que é capaz de seguir as partículas que bombardeiam a terra quase à velocidade da luz e penetram de forma profunda nos objetos sólidos.

Garantem que a estrutura interna agora descoberta tem pelo menos 30 metros de comprimento e está localizada acima de uma entrada que mede cerca de 47 metros, chamada de Grande Galeria, e que é uma de várias passagens e câmaras dentro da imensa pirâmide. Os investigadores asseguram que esta constitui a primeira grande estrutura interior descoberta na Grande Pirâmide desde o século XIX.

"Aquilo de que temos certeza é de que este grande vazio existe, é impressionante, e que não era perspetivado por nenhum tipo de teoria de que eu tenha conhecimento", disse Mehdi Tayoubi, o presidente e cofundador do instituto HIP, em França, um dos líderes do estudo publicado agora na revista Nature. "Abrimos a questão aos egiptólogos e arqueólogos: o que poderá ser?", acrescentou Hany Helal, da Universidade do Cairo.

A Grande Pirâmide, tal como outras construções semelhantes, é notável pela beleza simples e grandeza colossal. Monumento emblemático de uma das grandes civilizações da antiguidade, tem uma altura de 146 metros - era a mais alta estrutura construída pelo Homem até à Torre Eiffel, em Paris, em 1889 - e a base mede 230 metros.

Foi construída durante o reinado do Faraó Quéops, ou Khufu, em egípcio.

A descoberta agora divulgada resulta de um projeto chamado "Scan Pyramids", que recorre a tecnologia não invasiva de captura de imagem para averiguar a estrutura interna das pirâmides do Antigo Egito e procura compreender como foram construídas.

"Não estamos nesta missão para encontrar cavidades escondidas", disse Helal.

Os muões são partículas que resultam da interação entre os raios cósmicos do espaço e os átomos da atmosfera terrestre, e conseguem penetrar centenas de metros dentro de pedra antes de serem absorvidos. Colocando detetores dentro de uma pirâmide, é possível determinar espaços vazios dentro daquela uma estrutura sólida.” (Fonte: DN)

... mais informações aqui.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Descobertos restos de pirâmide com cerca de 3700 anos

ng8429175"Acredita-se que a pirâmide terá sido uma primeira tentativa de construir uma pirâmide de lados lisos no antigo Egito
Uma equipa de arqueólogos descobriu os restos de uma nova pirâmide, construída há cerca de 3.700 anos, na necrópole real de Dahchur, ao sul de Cairo, anunciou hoje o presidente do Setor Egípcio de Antiguidades, Mahmoud Afifi.
Em comunicado, Mahmoud Afifi adianta que os restos da pirâmide, que terá sido construída durante a 13.ª dinastia, foram localizados ao norte da pirâmide curvada do faraó Sneferu.
Devido à inclinação curvada dos seus lados, acredita-se que a pirâmide terá sido uma primeira tentativa, no antigo Egito, de construir uma pirâmide de lados lisos.
O presidente da necrópole de Dahshur, Adel Okasha, afirmou que os restos pertencem à estrutura interna da pirâmide, incluindo um corredor. Outros restos incluem blocos que mostram o 'design' interior da pirâmide.
A necrópole real de Dahchur foi o local de enterro para membros da corte e altos funcionários." 
Foto EPA/EGYPTIAN MINISTRY OF ANTIQUITIES

quarta-feira, 29 de março de 2017

Egito desenterra parte de barco do antigo faraó Quéops

queops"Descoberto na década de 80, cientistas dizem que até agora cerca de 700 pedaços da embarcação foram encontrados.
Uma tábua de madeira possivelmente parte do barco de um antigo rei egípcio foi desenterrada próxima à Grande Pirâmide, em Gizé, disseram arqueólogos nesta quarta-feira (29).
Acredita-se que o barco, que é a segunda embarcação de tal tipo a ser encontrada no local, tenha sido construída para o faraó Quéops, que comandou o Egito durante a quarta dinastia, há mais de 4.500 anos.
Descoberto inicialmente na década de 1980, especialistas dizem que até o momento descobriram 700 pedaços do barco no local e agora acreditam que desenterraram a maioria das partes.
“Estamos celebrando a extração da maior tábua de madeira”, disse o principal supervisor do projeto, Mamdouh Taha, acrescentando que o pedaço de madeira tem 26 metros de comprimento.
Arqueólogos e especialistas em conservação extraíram a peça de um poço a quase três metros de profundidade e levaram-na para um centro de conservação, localizado próximo ao local da descoberta.
Arqueólogos egípcios e japoneses estão a trabalhar no projeto com objetivo de restaurar todas as peças do barco e exibi-las no Grande Museu Egípcio, que será aberto no ano que vem." (in Reuters)
Foto: A pirâmide de Quéops, a maior das Grandes Pirâmides de Gizé (Reuters/Mohamed Abd El Ghany)

terça-feira, 21 de março de 2017

Egipto Revelado: As Pirâmides, documentário Discovery Channel

"Há milénios que as pirâmides do Egipto representam obras magníficas. Investigaremos os seus grandes segredos e mistérios." (in Discovery Channel)

... ver documentário aqui