"Não se sabe ao certo se, entre os primeiros nove templários que foram a Jerusalém, um deles seria do Condado Portucalense: Gondomar (ou Gondemar?). Mas supõe-se que a presença da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo (mais tarde denominada por Ordem do Templo) em Portugal data de 1126, e sabe-se que os Templários estavam solidamente implantados no país em 1157, quando foi nomeado Grão-Mestre Gualdim Pais, figura emblemática que comandou a reconquista de Santarém e Lisboa, ao lado de Martim Moniz. Em 1128, D. Teresa concedeu-lhes o castelo de Soure, e como recompensa dos seus feitos guerreiros, D. Afonso Henriques outorgar-lhes-á a cidade de Tomar, bem como as terrascompreendidas entre Tomar e Santarém. Foi assim que o castelo de Almourol, contemplando todo o Tejo, entrou na posse da Ordem.
É também certo que a decisão papal de extinguir a Ordem não seria bem acolhida e, em 1311, D. Dinis ordenou o levantamento de um processo, que decorreu em Salamanca, para averiguar a culpabilidade dos templários da Península Ibérica. Os templários portugueses seriam ilibados. Logo depois, D. Dinis enviou ao papa João XXII dois emissários para negociarem o renascimento da Ordem do Templo. Surgiu a Ordem de Cristo, de que foi investido Grão-Mestre Gil Martins (em 15 de Março de 1319), e cujos cavaleiros usavam um hábito idêntico ao dos templários: apenas uma cruz branca inscrita dentro da cruz vermelha (para assinalar a pureza da instituição ressurgida) os distinguia. Os dignatários do Templo conservaram os seus lugares na nova Ordem, que alojou também muitos templários refugiados, de França e outras nações europeias..." (in Nota do Editor)
"Ao trazer para o público um pouco da história dos Templários, Barbara Frale aborda o tema sob uma nova perspectiva. Para elaborar este trabalho, ela utilizou, entre outras fontes, o Pergaminho de Chinon, encontrado recentemente - após 700 anos - nos Arquivos Secretos do Vaticano. Esse documento comprova que o Papa Clemente V redigiu uma bula na qual perdoava os Templários das acusações que lhes foram atribuídas, mas o fato foi ignorado na época e é revelado somente agora, sete séculos após o fim trágico dos Templários."
"Acredita-se que a pirâmide terá sido uma primeira tentativa de construir uma pirâmide de lados lisos no antigo Egito
"Rizzardo da Camino é um dos maçons mais respeitados da atualidade, pois conta com mais de 40 títulos publicados nas áreas maçónica, espiritualista e jurídica, sendo os mais recentes Introdução à maçonaria - Doutrina, História e Filosofia e O Maçom e a Intuição, ambos da Madras Editora. Esse maçom brasileiro nasceu na cidade de Garibaldi, no Rio Grande do Sul. É bacharel em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, graduado em 1945. No mundo maçónico, foi iniciado em 1946, na Loja Electra nº 21, da Grande Loja do Rio Grande do Sul. É Membro Emérito do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, tendo exercido o cargo no Sacro Colégio. É Delegado Especial Para Assuntos de Divulgação do Supremo Conselho da Ordem de Molay. Foi Fundador da Academia Maçónica de Letras, membro da Loja Fraternidade Brasileira e atualmente pertence à Loja Fraternidade nº 100 do Rio de Janeiro. O misticismo da liturgia maçônica; a evolução espiritual; a penetração nos liames históricos; a tradição; a curiosidade; a busca incessante de novos conceitos e interpretações fazem do maçom portador de uma nova realidade." (in Wook)
"Neste dicionário, o Maçom terá uma fonte condensada e cristalina de informações sobre a sua Arte, e o investigador profano poderá obter urna visão mais justa e completa da Maçonaria, em torno da qual seus desafetos gratuitos têm levantado as mais falsas, absurdas e torpes acusações. Durante os últimos dois séculos e meio, que marcam a era da Maçonaria especulativa, cresceu e diversificou-se tanto a cultura geral do mundo, e ampliou-se de tal modo a literatura maçónica, que um Dicionário moderno, cioso de prestar informes autênticos e imparciais, não pode ignorar esse progresso iluminador. Ao contrário, tem que o admitir e registar, e mesmo adaptar-se, se o que realmente visa é ser um órgão informativo verídico e atualizado."

O livro dos espíritos
O Evangelho segundo o Espíritismo
O Livro dos Médiuns
O Céu e o Inferno
A Génese
Obras Póstumas