quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Arqueólogos russos encontraram nova múmia e sarcófago no Egito

"Os arqueólogos russos do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia e seus homólogos egípcios, encontraram no mosteiro de Deir el-Banat, no oásis de Fayoum, uma múmia e sarcófago do Antigo Egito, sepultados durante a era greco-romana, informou o Ministério de Antiguidades do Egito.

«A múmia está bem conservada e sua mortalha de linho não foi danificada. Seu rosto foi coberto com uma máscara de papiros, coberta com tinta dourada e azul que retrata o deus do céu, Khepri, e o peito decorado com a imagem da deusa Ísis», afirmou Mustafa Maseri, chefe do Ministério de Antiguidades.

A missão arqueológica russa realiza escavações em várias regiões do Egito: na antiga capital Mênfis, em Alexandria e no sul do país, perto da cidade de Luxor. Entretanto, as escavações na região pouco explorada ao sul de Cairo, Fayoum, foram as mais bem-sucedidas.

Desde a antiguidade, essa região foi considerada um celeiro não apenas para o Antigo Egito, mas também para Roma e Grécia Antiga, porque permitia colher duas safras por ano. Os faraós da XII dinastia egípcia até mesmo transferiram a capital perto desse oásis, quando o resto do território do Egito sofria de seca. O lago de água potável Karun, localizado no oásis, permitiu criar o sistema de irrigação.

Há sete anos, os arqueólogos russos fazem escavações na necrópole antiga, onde foi construído o mosteiro de Deir el-Banat.

A nova descoberta dos arqueólogos russos e egípcios foi de uma múmia bem preservada, encontrada dentro de um sarcófago muito danificado. Segundo os cientistas, eles fizeram uma restauração inicial da múmia para não danificá-la durante seu transporte ao Fayoum, onde será estudada cuidadosamente.

O estudo mais aprofundado da múmia ajudará os cientistas a estabelecer quando ela foi sepultada e revelar outros mistérios da vida e sepultamento do Antigo Egito." (Fonte: Sputnik Brasil)

Fotos: CC BY 2.0/ Paul Hudson/Mummy e MINISTRY OF ANTIQUITIES OF EGYPT.


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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Manual do Mestre Franco-Maçom, livro de Aldo Lavagnini

"O terceiro grau da Maçonaria, cujo significado tens agora o privilégio de conhecer e realizar, como resultado de vossos esforços encaminhados à compreensão do primeiro e do segundo graus, é o símbolo natural da perfeição humana que se consegue por meio do esforço constante em transcender e superar debilidades e limitações humanas.

Mestre, do latim “magister”, diz-se daquele que é “magis” (“mais”) do que os demais, ou seja, mais sábio e justo, com maior força moral, intelectual e espiritual. Um homem superior em todos os sentidos e, por extensão, aquele que superou o estado puramente humano da evolução e se tornou mais do que um homem.

Ser mestre é, portanto, algo mais do que só conhecer as palavras e os sinais desse grau. A realização de tal qualidade é, para o homem, a Suprema Conquista à qual pode aspirar, conquista que é simbolizada pelo ramo místico com o qual os mestres maçons se orgulham de ter travado conhecimento direto. Sua transcendência é demonstrada também pelo fato de que as palavras e sinais que se comunicam neste grau são considerados como meros substitutos das palavras e sinais reais que, evidentemente, devem ser procurados e encontrados individualmente, por meio do esforço pessoal.

A Ignorância, o Fanatismo e a Ambição que mantêm o homem num estado de inferioridade e escravidão moral têm que ser individualmente vencidos e superados. Depois de tê-los reconhecido como maus companheiros, no recinto interior de nosso ser, para que a verdadeira palavra – perdida por causa destes três inimigos naturais do homem – possa ser encontrada, escondida sob o ramo místico, manifestando a Força Onipotente que só se consegue no Magistério.

Mas, não é nossa intenção nestas breves palavras, que dirigimos ao irmão leitor antes de entrar na matéria, antecipar a revelação do Mistério Iniciático que está oculto neste grau e cuja importância se manifesta no nome “exaltação” dado à cerimônia com a qual se recebe o candidato. Com tal revelação queremos somente indicar o caminho para o reconhecimento individual da Verdade.

O que tentamos, agora, é tornar patente o propósito deste “Manual” como o de um guia que conduzirá à compreensão do que realmente significa o Magistério, e de como temos que dirigir nossos esforços para esse intento, no qual podem concentrar-se as mais profundas e vitais aspirações humanas."

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Do Mestre Eleito dos Nove, livro de Jorge Adoum (Mago Jefa)

"Este livro é uma obra maçônica com um projeto gráfico totalmente reformulado, direcionado a todo leitor que deseja compreender a jornada do Maçom pelos graus que levam à perfeição. O Maçom do Grau 9 ou 'Mestre Eleito dos Nove' aborda ciclos, forças negativas e a reconstrução. Jorge Adoum conta aqui o Mito Solar, a luta constante entre a Luz e as Trevas, o bem e o mal. A obra ainda faz uma analogia com os nove signos zodiacais dos meses mais luminosos, no hemisfério norte, que lutam contra os signos dos meses mais escuros ou do inverno, que são Escorpião, Sagitário e Capricórnio." (Fonte: FNAC)

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sábado, 4 de novembro de 2017

O Herói de Mil Faces, livro de Joseph Campbell

"Embora apresentem amplas variações em termos de incidentes, de ambientes e de costumes, os mitos de todas as civilizações oferecem um número limitado de respostas aos mistérios da vida. Em O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell - reconhecidamente, um dos maiores estudiosos e mais profundos intérpretes da mitologia universal - apresenta o herói compósito: Apoio, Wotan, Buda e numerosos outros protagonistas da religiões, dos contos de fada e do folclore representam simultaneamente as várias fases de uma mesma história. O relacionamento entre seus simbolos intemporais e os simbolos detectados nos sonhos pela moderna psicologia profunda é o ponto de partida da interpretação oferecida por Campbell. O ponto de vista psicológico é, então, comparado com as palavras proferidas por grandes líderes espirituais, como Moisés, Jesus, Maomé, Lao-Tzu e os Anciãos das tribos australianas. Oculto por trás de um milhar de faces, emerge o herói por excelência, arquétipo de todos os mitos. Sem dúvida - afirma o Autor na introdução a este volume -, há diferenças entre as diversas mitologias e religiões da humanidade, mas este é um livro a respeito das semelhanças. Uma vez compreendidas as diferenças, descobriremos que são bem menores do que popularmente (e politicamente) se supõe. Minha esperança é a de que essa comparaçào possa contribuir para a causa das forças que atualmente trabalham pela unificação, não em nome de algum império político ou eclesiástico, mas no sentido de um entendimento mútuo entre os homens. Pois, como dizem os Vedas: A Verdade é uma só; os sábios se referem a ela por muitos nomes." (Fonte: WOOK).

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Investigadores descobrem misterioso “vazio” dentro da Grande Pirâmide do Egito (DN)


“Método inovador de recolha de imagem permitiu descobrir "cavidade" dentro da Grande Pirâmide de Gizé. Cientistas não conseguem, para já, determinar utilidade do espaço
Cientistas que utilizaram um método de captura de imagem baseado em raios cósmicos detetaram uma gigantesca e enigmática estrutura na última das sete maravilhas do mundo antigo que ainda se encontra hoje intacta, a Grande Pirâmide de Gizé, nos arredores do Cairo.

Os investigadores anunciaram a descoberta esta quinta-feira, mas dizem ainda não saber qual o propósito, o que contém ou as dimensões do espaço que estão a chamar de "vazio" ou "cavidade" dentro da pirâmide, construída como um túmulo monumental cerca de 2560 anos antes de Cristo.
Para ter acesso ao interior da pirâmide, os cientistas recorreram à tomografia de muões, que é capaz de seguir as partículas que bombardeiam a terra quase à velocidade da luz e penetram de forma profunda nos objetos sólidos.

Garantem que a estrutura interna agora descoberta tem pelo menos 30 metros de comprimento e está localizada acima de uma entrada que mede cerca de 47 metros, chamada de Grande Galeria, e que é uma de várias passagens e câmaras dentro da imensa pirâmide. Os investigadores asseguram que esta constitui a primeira grande estrutura interior descoberta na Grande Pirâmide desde o século XIX.

"Aquilo de que temos certeza é de que este grande vazio existe, é impressionante, e que não era perspetivado por nenhum tipo de teoria de que eu tenha conhecimento", disse Mehdi Tayoubi, o presidente e cofundador do instituto HIP, em França, um dos líderes do estudo publicado agora na revista Nature. "Abrimos a questão aos egiptólogos e arqueólogos: o que poderá ser?", acrescentou Hany Helal, da Universidade do Cairo.

A Grande Pirâmide, tal como outras construções semelhantes, é notável pela beleza simples e grandeza colossal. Monumento emblemático de uma das grandes civilizações da antiguidade, tem uma altura de 146 metros - era a mais alta estrutura construída pelo Homem até à Torre Eiffel, em Paris, em 1889 - e a base mede 230 metros.

Foi construída durante o reinado do Faraó Quéops, ou Khufu, em egípcio.

A descoberta agora divulgada resulta de um projeto chamado "Scan Pyramids", que recorre a tecnologia não invasiva de captura de imagem para averiguar a estrutura interna das pirâmides do Antigo Egito e procura compreender como foram construídas.

"Não estamos nesta missão para encontrar cavidades escondidas", disse Helal.

Os muões são partículas que resultam da interação entre os raios cósmicos do espaço e os átomos da atmosfera terrestre, e conseguem penetrar centenas de metros dentro de pedra antes de serem absorvidos. Colocando detetores dentro de uma pirâmide, é possível determinar espaços vazios dentro daquela uma estrutura sólida.” (Fonte: DN)

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Corpus Hermeticum, de Hermes Trismegisto

"Corpus Hermeticum (também chamado de Hermetica) é o conjunto de textos escrito entre 100 e 300 d.C. na então província romana do Egito. É o resultado de um complexo sincretismo religioso, de múltiplas influências (inclusive egípcias). Ocorreu no período da Pax Romana (Paz Romana), que colocou o Egito em contato com o restante do Império Romano. Escrito na primeira pessoa por Thoth ou Hermes Trismegisto, contando as coisas que lhe revelou seu contato com o nous, espécie de divindade absoluta. Durante os séculos seguintes, atribuiu-se erroneamente a esses textos uma exagerada antiguidade, situando-o na época das grandes pirâmides. Tal atributo lhe valeu uma leitura reverente e atenta que teve importante influência na ciência do Renascimento, quando quase tudo o que fora escrito na Antiguidade era lido como revelação fundamental." (Fonte: Wikipédia)

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Descobertos milhares de fragmentos de uma estátua de um faraó egípcio

"Quase dois mil fragmentos de uma estátua gigante de um faraó egípcio foram descobertos no início do ano num bairro do Cairo. Os investigadores acreditam tratar-se de um colosso de Psamtik I.

Quem chega aos arredores da cidade do Cairo não imagina que no local começaram a surgir milhares de fragmentos de um colosso do faraó Psamtik I que desde o início do ano tem emergido da lama no bairro de Matariya. A equipa de investigadores alemães e egípcios já recolheu e identificou 1920 peças.

Três dedos e partes da saia real são alguns dos pormenores recolhidos do monarca (que viveu entre 664 e 610 a.C). Durante o seu reinado, o Egipto deixou de estar sujeito ao império assírio e recuperou alguns dos seus laços estrangeiros.

As duas primeiras peças foram recuperadas em Suq al Khamis no início do ano, a três metros de profundidade e no meio das ruínas de Heliópolis, a capital dedicada ao deus do Sol, Ra, e um dos mais importantes locais de culto do Antigo Egipto.

Até agora, os fragmentos foram retirados com muito esforço e até com a intervenção do exército egípcio. Um torso do colosso foi recuperado em toda a sua envergadura (8 metros).

Estudos preliminares sugerem que cerca de 2000 peças serão encontradas na próxima época arqueológica. A equipa composta por especialistas egípcios e alemães das universidades de Leipzig e Mainz permitiu chegar a algumas conclusões sobre o aspeto físico do faraó. Uma placa com o seu nome permitiu identificá-lo, após dúvidas de que poderia ser Ramsés II." (Fonte: Observador)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Hermes Trimegisto: A sete Leis universais (Caibalion)

"A Nova Acrópole apresenta esta serie com a leitura comentada feita pela professora Lúcia Helena Galvão Maya, de cada um dos 15 capítulos do livro "O CAIBALION" - texto que se propõe a explicar as 7 leis universais enunciadas pelo sábio egípcio HERMES TRISMEGISTO, em tempos imemoriais." (Fonte: Nova Acrópole - Brasil)

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