terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Encontradas no Egito 27 estátuas da deusa Sekhmet


"Uma coleção de 27 estátuas da deusa egípcia com cabeça de leoa Sekhmet foi encontrada perto dos Colossos de Mémnon, em Luxor (centro), anunciou neste domingo o ministro das Antiguidades.

A descoberta foi feita durante uma escavação realizada por uma missão arqueológica egípcio-europeia, inscrita em um projeto de conservação do templo do rei Amenófis III, um dos faraós mais importantes do Antigo Egito.

As escavações começaram em 7 de novembro e terminaram no final do mês, indicou à AFP Huring Suruzian, que dirige a missão, acrescentando que o estado de conservação das estátuas encontradas é variado.

Segundo Mostafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, algumas estátuas representam a deusa Sekhmet "sentada no trono, segurando o símbolo da vida em sua mão esquerda, ou em pé e segurando um cetro de papiro na frente do peito", indicou o comunicado do ministério.
As efígies são talhadas em granito negro e medem até dois metros, segundo Mostafa Waziri.

Sekhmet, deusa leoa que personificava o calor destruidor do sol, era temida por seus inimigos por seu poder devastador." (Fonte: EM)

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Investigadores descobrem manuscrito sobre Jesus escondido há mais de 1500 anos

“Estava 'perdido' na Universidade de Oxford, numa coleção de documentos desenterrados em 1945, no Egito.

Investigadores da universidade americana de Austin encontraram a única cópia até agora conhecida, escrita na língua original (Grego), do Primeiro Apocalipse de Tiago, um livro renegado pelo Cristianismo. A obra, que faz parte dos textos apócrifos (rejeitados pelos cânones bíblicos) não incluídos no Novo Testamento, descreve supostos ensinamentos de Jesus a Tiago, o Justo, um dos seus 12 apóstolos.

As réplicas mais antigas do Primeiro Apocalipse de Tiago estão traduzidas na língua copta, falada no Antigo Egito, e integram a coleção de Nag Hammadi, o nome da cidade egípcia próxima do local onde uma versão do livro foi desenterrada em 1945, juntamente com outros documentos que ali terão permanecido escondidos ao longo de mais de 1500 anos.

Mais de 70 anos após essa descoberta, Geoffrey Smith e Brent Landau, investigadores do departamento de estudos religiosos da Universidade de Austin, encontraram agora um manuscrito do Primeiro Apocalipse de Tiago, redigido na língua original. Estava 'perdido' entre aquele conjunto de documentos, na Universidade de Oxford.

"Dizer que ficámos entusiasmados assim que percebemos o que tínhamos encontrado é um eufemismo", afirma Smith, num comunicado divulgado pela Universidade de Austin. "Nunca suspeitámos que fragmentos do Primeiro Apocalipse de Tiago sobrevivessem desde a Antiguidade. 
Mas ali estavam eles, mesmo à nossa frente". E na língua original.” (Fonte: Visão)

sábado, 2 de dezembro de 2017

Civilização Hitita

“A Civilização Hitita foi constituída por um povo indo-europeu, que se estabeleceu na Anatólia (atual Turquia) e formou um grande império naquela região a partir de 1700 a.C.

Os hititas foram um povo indo-europeu que se estabeleceu na região da Anatólia, também conhecida como Ásia Menor (atual Turquia), provavelmente antes de 2000 a.C. A partir de 1700 a.C., eles formaram um grande império na região, que chegou a rivalizar com o Império Egípcio (inclusive travando guerras contra eles). A Civilização Hitita exerceu sua hegemonia na região até aproximadamente 1200 a.C., quando foram conquistados pelos assírios.

As primeiras evidências da existência dos hititas foram localizadas ainda no século XIX, no entanto, a comprovação acerca desse povo aconteceu em dois grandes momentos. Primeiramente, em 1906, o arqueólogo alemão Hugo Winckler descobriu mais de 10 mil tábuas escritas pelos hititas.

As tábuas encontradas por Winckler registravam informações importantes da história dos hititas e de suas transações comerciais, por exemplo. O conhecimento sobre o conteúdo dessas placas só foi possível pelo trabalho do linguista checo Bedrich Hrozny, que, em 1916, conseguiu decifrar o idioma hitita e identificou-o como uma linguagem indo-europeia.

O trabalho de Hrozny pôde ser feito graças à tradução do trecho em hitita `Nu Ninda-An Ezzateni, Vatar-Ma Ekuteni’, que significa “você comerá pão, você beberá água”. A partir disso, ampliou-se a compreensão dos historiadores sobre a trajetória da civilização formada pelos hititas.

Império Hitita

A história dos hititas foi organizada pelos historiadores com a seguinte cronologia:
Antigo Império Hitita (1700-1400 a.C.)
Médio Império (1400-1343 a.C.)
Novo Império ou Império Hitita (1343-1200 a.C.)

O Antigo Império iniciou-se aproximadamente em 1700 a.C., com a fixação dos hititas na região e com a formação de um império. O estabelecimento dos hititas aconteceu a partir das campanhas promovidas contra os hatitas, um povo natural da região da Anatólia. Os ataques dos hititas concentraram-se contra a capital hatita, que se chamava Hattusa.

Com a derrota dos hatitas e a destruição de sua capital, os hititas reconstruíram-na pouco tempo depois e fizeram dessa cidade a capital de seu império. A conquista de Hattusa e a fundação do Império Hitita deram-se sob a liderança do rei Hatusil I. Atribui-se a esse rei o mérito de ter conseguido unificar o reino hitita e ter governado as grandes cidades da região com a ajuda de seus familiares.

Dessa forma, os hatitas foram gradualmente assimilados pelos hititas, e os historiadores afirmam ter existido uma grande influência da cultura hatita na cultura hitita. No entanto, sobre o curto período do Médio Império, o conhecimento desses especialistas é extremamente limitado por causa da falta de fontes com informações dessa fase da história dos hititas.

Durante o Novo Império, os hititas alcançaram o seu auge, principalmente durante os anos de reinado do rei Supiluliuma I, considerado o mais importante e mais poderoso rei dos hititas e que teria assumido o poder em 1344 a.C. Sob o governo dele, os hititas conseguiram derrotar o Reino dos Mitani (reino dos hurritas), transformando seus habitantes em vassalos.

Além disso, durante o reinado de Supiluliuma I, os hititas conquistaram os territórios do Levante (que corresponde a parte do Líbano, Síria e Israel). Essa região era controlada pelos egípcios, que foram sucessivamente derrotados com o crescimento e fortalecimento do exército dos hititas. Supiluliuma I ampliou seu ataque contra os egípcios após um de seus filhos ter sido morto por um general do exército egípcio.

Na campanha militar contra os egípcios, o rei Supiluliuma I morreu vítima de uma praga que se espalhou na região em 1322 a.C.. O seu filho, Arnuwanda II, sucedeu-o durante um breve período como rei hitita, porém também foi vítima da praga, e o poder passou para Mursili II, o filho mais novo de Supiluliuma I. Mursili II foi rei hitita no período de 1321 a.C. a 1295 a.C.

O reinado de Mursili II também foi bastante próspero, com o rei garantindo o controle sobre as terras já conquistadas e dominando novos territórios. Durante esse reinado, os historiadores acreditam que os hititas travaram guerras contra um povo chamado Ahhiyawa, que, muito provavelmente, trata-se dos micênicos. Existe, inclusive, uma teoria que afirma que a Guerra de Troia foi, na verdade, uma guerra travada entre micênicos e hititas na Ásia Menor.

Após os reinados de Supiluliuma I e Mursili II, os hititas entraram em um processo de decadência, que coincidiu com o fortalecimento dos assírios na Mesopotâmia. A região foi gradualmente conquistada por esse povo, e a capital Hattusa foi destruída por volta de 1200 a.C. Os historiadores acreditam que a região de Hattusa foi esvaziando-se pouco a pouco até por volta de 800 a.C.” (Fonte: Brasil Escola, por Daniel Neves)

Enigma de uma das 3 civilizações mais antigas do mundo foi descoberto

“Uma equipe de pesquisadores internacionais conseguiu entender que a civilização nasceu e prosperou sem possuir um grande rio em seu território.

Trata-se da sociedade que habitava a região do atual noroeste da Índia e Paquistão e há cerca de 5.300 anos conseguiu atingir um alto nível de desenvolvimento, principalmente graças ao sustento de um rio grande que depois se secou ou desapareceu por outra razão. Pelo menos, os cientistas costumam a crer nisso.

De acordo com vários livros da história, essa sociedade surgiu ao longo das margens do rio Sutlej (afluente do rio Indo). Não obstante, a nova evidência indica que o rio desapareceu antes que a civilização se instalasse na região, revela o estudo publicado na revista Nature Communications.

Esta conclusão é certamente surpreendente, sendo que os povos mais antigos sempre habitavam ao redor de rios para tirar vantagens das oportunidades que eles ofereciam. Assim foi no Antigo Egito e Mesopotâmia.

Os pesquisadores utilizaram imagens tiradas a partir de satélites para traçar o curso do rio Sutlej e determinaram que existia um canal do rio onde morava a civilização.

No entanto, ao examinar os sedimentos no canal deixado pelo rio, os cientistas descobriram que este não havia percorrido a região há mais de 8.000 anos.

A civilização harapeana existia no vale do rio Indo e tinha um nível de desenvolvimento muito alto. Suas cidades possuíam sistemas de esgoto e banheiros públicos, enquanto nas aldeias foram construídos sistemas de irrigação.” (Fonte: Sputnik)

Conheça a história intrigante por trás do poço iniciático de Sintra em Portugal

“A cerca de 30 quilómetros de Lisboa está localizada a cidade de Sintra, que abriga construções antigas de tirar o fôlego. De entre elas está um poço com cerca de 27 metros de profundidade, com uma aparência enigmática que deixa vários turistas intrigados: o famoso poço iniciático de Sintra, localizado no Palácio da Quinta Regaleira.

A história dessa construção está repleta de mistérios: para iniciar, o Palácio da Quinta da Regaleira foi propriedade de António Augusto, que foi distinguido pelo rei Dom Carlos I em 16 de agosto de 1904 como barão. Todavia, antes de sua posse, o palácio foi propriedade de diversos outros monarcas, sendo que a história da Regaleira atual se inicia em 1892, ano em que a propriedade foi adquirida pelo próprio Dr. António Augusto de Carvalho Monteiro (1848-1920) em questão.

A maior parte da construção atual da Quinta se iniciou em 1904 e terminou em 1910 além disso durante o período da monarquia. O palácio possui traços marcantes do arquiteto italiano Luigi Manini, contendo enormes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, como por exemplo o poço iniciático.

A curiosa “Torre Invertida” recebeu o nome de “Poço Iniciático” porque acredita-se que dentro dela teria ocorrido encontros entre membros da maçonaria. No fundo do local há uma estrela de oito pontas sobre uma cruz Templária em mármore, alguns dos símbolos utilizados pelos maçons.

Alguns estudiosos de símbolos alegam que os seus nove andares tenham relação aos nove círculos do inferno, as nove seções do purgatório e os nove céus do paraíso, descritos por Dante Alighieri em sua obra clássica “A Divina Comédia”, podendo servir como uma sala de reuniões, estudos os cerimônias de iniciação da Maçonaria no passado.

Agora, o propósito e as atividades que eram realizadas dentro desse local curioso… bem isso é de fato um Mistério do Mundo!” (Fonte: Boa informação)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

“Cabeça de cristal” é encontrada em naufrágio de 2 mil anos no Egito (Moedas do primeiro imperador romano e peça para Osíris também foram encontradas)

“O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou recentemente uma descoberta inusitada no litoral do país: uma escultura de cabeça em cristal de rocha de mais de 2 mil anos que representaria o general romano Marco Antônio. O artefato estava junto aos restos de três barcos romanos e uma nave votiva egípcia dedicada ao deus Osíris no fundo da Baía de Abu Qir, no delta do Rio Nilo, a cerca de 30 quilômetros a Nordeste de Alexandria. No mesmo local, em 2000. o arqueólogo francês Franck Goddio encontrou submersas as ruínas da antiga cidade portuária de Heracleion.

Apelidada de “Atlântida do Egito”, Heracleion — também conhecida pelo nome egípcio Thonis — foi fundada pelos gregos entre os séculos XII e VIII a.C. e funcionou durante centenas de anos como o principal porto de entrada e saída do país até a fundação por Alexandre, O Grande, em 331 a.C., da vizinha Alexandria. Mesmo assim, continuou muito movimentada até que alterações na foz do Nilo, conjugadas com o que se acredita ter sido uma série de desastres naturais, entre elas epidemias e fomes, acabaram por fazê-la desaparecer sob as águas do Mediterrâneo por volta do século VIII d.C..

A existência de Heracleion-Thonis tornou-se então quase que uma lenda, restrita a relatos como os do historiador grego do século V a.C. Heródoto sobre um grande templo construído onde o herói grego Héracles — popularmente conhecido pelo nome em latim Hércules, e a quem em homenagem foi batizada — teria pisado pela primeira vez no Egito, ou raras inscrições em terra firme, até ter sido encontrada por Goddio a cerca de 6,5 quilômetros do que é hoje o litoral do país. Assim, de lá para cá, a região se tornou um dos mais ricos sítios arqueológicos submersos do planeta, com descobertas ligadas a várias culturas mediterrâneas, destaca Antonio Brancaglion, professor e pesquisador do Museu Nacional, no Rio, onde também é curador da coleção egípcia.

— Heracleion era uma cidade muito cosmopolita e por isso temos achados arqueológicos lá de várias culturas do Mediterrâneo — conta. — Isso porque, mesmo depois da fundação de Alexandria, ela se manteve muito ativa, ajudando a levar o Egito, uma grande fonte de riqueza nesta época para gregos, e depois romanos, para o resto do Mediterrâneo.

Segundo Brancaglion, embora esculturas em cristal de pedra não sejam incomuns para a época, o que faz com que o busto encontrado também não seja exatamente raro, o fato dele estar praticamente inteiro é um tanto inesperado.

— O cristal de rocha não é dos materiais mais frequentes para esculturas, pois é muito frágil e difícil de ser trabalhado, o que também não permite uma conservação muito boa — destaca. — Assim, embora este tipo de escultura não seja algo desconhecido entre os egípcios e outros habitantes da região na época, sua descoberta é de certa forma até surpreendente.

Além da “cabeça de cristal”, os arqueólogos acharam na área três moedas de ouro com a efígie de Augusto, primeiro imperador romano. Nascido Caio Otávio, ele era sobrinho-neto de Júlio César, que o tomou como filho adotivo indicou como herdeiro. Ao lado de Marco Antônio e Marco Emílio Lépido, ele integrou o Segundo Triunvirato, que derrotou os assassinos de Júlio César, morto em 44 a.C.. Após a vitória, Marco Antônio foi para o Egito se juntar à amante, e governante do país, Cleópatra. Lá, entrou numa guerra pelo poder com Caio Otávio. Derrotado e encurralado, Marco Antônio cometeu suicídio em 30 a.C., segundo a lenda acreditando que Cleópatra também havia se matado, o que ela de fato teria feito pouco depois.” (Fonte: O Globo)

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Religião e sociedade no Egito antigo: uma leitura do mito de Ísis e Osíris na obra de Plutarco, dissertação de Mestrado

Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, campus de Assis, para a obtenção do título de Mestre em História (Área de concentração: História e Sociedade).

Autor: Poliane Vasconi dos Santos
Orientador: Prof. Dr. Ivan Esperança Rocha

... mais informações na "Área Reservada".

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Livro de Ouro da Mitologia, livro de Thomas Bulfinch

"A Ediouro apresenta , numa edição especial de relançamento "O Livro de Ouro da Mitologia - Histórias de Deuses e Heróis" de Thomas Bulfinch, best-seller, agora em novo formato: capa dura, colorido e com mais ilustrações. É considerado o melhor livro de referência e divulgação da mitologia, indicado em universidades de todo o mundo; corresponde ao volume A Idade da Fábula.

Sua versão para as histórias de deuses e heróis ficou conhecida como A Mitologia Bulfinch.

A guerra de Tróia, Hércules, Minerva, Midas, as divindades rurais, a mitologia oriental e nórdica, os druídas são alguns dos temas tratados nos 42 capítulos da obra.O leitor vai distrair-se com as mais encantadoras histórias que a fantasia humana jamais criou e , a um só tempo, adquirir conhecimentos indispensáveis a sua formação cultural.Vai conhecer as idéias sobre a estrutura do universo, aceita pelos gregos que passaram para os romanos que, por sua vez, disseminaram entre outros povos através de sua ciência e de sua religião. Mergulhando nestas histórias o leitor vai compreender seu próprio mundo." (Fonte: Wook)

... mais informações sobre o livro na Área Reservada.