terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Declaração de Princípios da O.˙.I.˙.R.˙.A.˙.P.˙.M.˙.M.˙.

A la Gloire du Grand Architecte de l’Univers.
ORDRE INTERNATIONAL du RITE ANCIEN et PRIMITF de MEMPHIS MISRAÏM


1. A Franco Maçonaria é uma associação livre de Homens independentes, que se comprometem a praticar um ideal de Paz, de Amor e Fraternidade.

2. Ela não impõe qualquer limite à livre busca da Verdade e é para garantir a todos essa liberdade, que exige de todos a Tolerância.

3. A Maçonaria é estranha a qualquer influência sectária. Ela impõe a todos os seus membros o respeito pelos outros, independentemente das suas opiniões, para constituir um centro permanente da União Fraternal onde reina uma perfeita harmonia de pensamento.

4. Um dos seus fins é a melhoria moral da Humanidade. E usa como meios a propagação da verdadeira Filantropia através dos usos, costumes e formas simbólicas e místicas que só podem ser reveladas e explicadas através da Iniciação.

5. A Iniciação é entendida como o nascimento virtual para uma vida humana superior à vida comum e profana.

6. A Iniciação Maçónica transmite-se graças a uma filiação ininterrupta, e pala via ritual e simbólica aos homens maiores, de perfeita reputação, pessoas de honra, leais e discretos, dignos em todos os sentidos de serem considerados como Irmãos.

7. A Ordem Maçónica moderna comporta múltiplos ramos animados pela mesma seiva e todos tendem para o mesmo fim. Encontraríamos as causas dessa multiplicidade em sua amplitude de espírito, na variedade das tradições herdadas, na sua flexibilidade orgânica, mas também, sem dúvida, nos meandros da história secular profana.

8. A Ordem Maçónica Universal do Rito Antigo e Primitivo de Memphis-Misraim é um desses ramos, mas não reivindica a exclusividade da autenticidade maçónica.

9. Por respeito aos princípios tradicionais da Maçonaria que manteve e pretende manter intactos, o Rito de Memphis-Misraim admite a existência de outros Ritos que funcionam igualmente para a realização da Grande Obra.

10. Como respeita a independência dos outros Ritos, como não se imiscui nem interfere nos actos que emanam da sua autoridade, entende que os outros Ritos agem a seu respeito da mesma maneira.

11. O espírito maçónico dita-lhes para acolher nos seus Templos os Irmãos de outros ramos.

12. Os Maçons do Rito de Memphis-Misraim admitem que a diversidade necessária dos Ritos e a pluralidade de nações justificam a multiplicidade de Obediências. No entanto, eles estão convencidos de que, para o poder da ação e para a harmonia da Instituição Maçónica, a Sabedoria do seu ideal implica a redução das barreiras administrativas estabelecidas entre as Obediências.

13. Eles querem permanecer as testemunhas da Tradição Iniciática Franco Maçónica sem sacrificar nada à moda ou às ideias da época.

14. É por isso que a sua organização espiritual permaneceu piramidal.

15. A escala dos trinta e três Graus do Rito Escocês Antigo e Aceite aí encontra a sua equivalência. Além disso, ela dá o acesso a um depósito peculiar à sua Tradição.

Outros:

Art. 1. - A Ordem não aceita qualquer doutrina como definitiva ou própria.

Art. 2. - No entanto, faz com que seus membros examinem todas as doutrinas.

Art. 3. Cada um de seus membros adoptará para si a doutrina de sua escolha, e será livre para se adequar a ela, sem que os outros tenham nada a ver com isso.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

A formidável história do padre Himalaya

"Manuel António Gomes surpreendeu o mundo com propostas visionárias em áreas tão diversificadas como a energia solar, a invenção de explosivos ou teorias de irrigação inovadoras para o seu tempo.

Nasceu na segunda metade do século XIX em Cendufe, Arcos de Valdevez. Viu chegar o século XX instalando uma máquina solar nos Pirinéus. Em 1904 recebeu a medalha ouro na exposição universal de St. Louis, Missouri, nos Estados Unidos da América. Inventou explosivos, criou um sistema de irrigação e um plano de arborização para todo o país. A utopia do Padre Himalaya anunciava uma futura idade solar." (Fonte: TSF - Trabalho de Fernando Alves e Alexandrina Guerreiro).

De relembrar que o Círculo Garibaldi, no próximo dia 23 de fevereiro e pelas 21H00, vai organizar uma tertúlia sobre o Padre Himalaia.

... ouça aqui a formidável história do Padre Himalaia.

"A múmia que grita" foi um príncipe que cometeu um ato hediondo

"O mistério de "A múmia que grita", como ficou conhecida, intrigou os arqueólogos durante décadas, mas parece ter sido finalmente resolvido: a expressão de agonia tem origem numa morte que foi um castigo e o homem foi enterrado vivo ou envenenado.

Os restos mortais foram encontrados no vale de Deir El Bahri, muito perto do histórico Vale dos Reis, no Egito, e surpreenderam logo os investigadores quando se depararam com o rosto mumificado num grito silencioso.

Durante anos, várias teorias tentaram explicar a identidade do homem e perceber qual o motivo para ter sofrido uma morte tão agonizante.

Uma das teorias mais populares é a de ele era o príncipe Pentewere, filho do faraó Ramsés III e de uma das suas mulheres, Tiye.

O príncipe Pentewere conspirou para matar o pai e assumir o trono. Os seus planos não vingaram e foi julgado e condenado à morte.

No entanto, essa teoria foi considerada falsa, tendo em conta a última descoberta.

"Duas forças agiram neste corpo: uma que o tentava destruir e outra que o tentava salvar", disse Bob Brier, um arqueólogo da Universidade de Long Island, em Nova Iorque, que examinou a múmia.
Zahi Hawass, do Conselho Supremo de Antiguidades egípcio, diz que é provável que os restos mortais sejam de um príncipe que envergonhou a família, uma vez que foi enterrado ao lado de outros reis, mas ficou coberto com uma pele de carneiro.

"No Egípcio antigo cobrir com uma pele de carneiro significava que a pessoa não estava limpa, que tinha feito algo mau durante a vida", explicou Zahi.

"Por algum motivo, houve uma tentativa de garantir que ele não tivesse uma vida após a morte, mas houve ainda outra outra tentativa, a de alguém que se preocupou com ele e tentou reverter a situação"." (Fonte: DN)

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Biografia de Confúcio, palavras de sabedoria

"Ninguém hoje pode falar da China sem mencionar o legado e o conhecimento do grande filósofo Confúcio. No entanto, a vida desse pensador que moldou a milenar cultura daquele país foi marcada por dificuldades, perigos e profundas decepções. Sua trajetória é revelada no documentário Confúcio: Palavras de Sabedoria, uma produção do BIO. THE BIOGRAPHY CHANNEL.

Filho bastardo, Confúcio enfrentou anos de pobreza na juventude. Mesmo depois de se tornar um famoso professor, descobriu que sua visão de uma nação desenvolvida e pacífica era ignorada pelos governantes. Morreu convencido de ter falhado em sua missão – sem jamais sonhar que milhões de asiáticos vivem hoje em prosperidade graças a seus ensinamentos."

... veja aqui o documentário.



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Tertúlia - A lição do Padre Himalaia

Organizada pelo Círculo Garibaldi, irá decorrer no próximo dia 23 de fevereiro de 2018 (sexta-feira), pelas 21H00, na cidade do Porto, uma tertúlia subordinada ao tema: “A lição do Padre Himalaia”. O evento contará com a presença do Prof. Jacinto Rodrigues, que fará a apresentação do tema, seguido de debate.

A participação está aberta a todos os interessados, bastando para tal entrar em contacto com o Círculo Garibaldi através do seguinte email: circulogaribaldi@gmail.com.

De referir, que o Círculo Garibaldi tem por objetivo a realização de atividades de promoção e divulgação da Franco-Maçonaria, bem como dos diversos Ritos, a organização de tertúlias, conferências, publicações, etc., contando com o apoio da Associação Cívica Terra Fraterna. (Fonte: UDJAT)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A estrela mais brilhante no céu esconde um ninho de estrelas

"Se tem observado o céu noturno nas últimas semanas, é possível que tenha “tropeçado” numa estrela muito brilhante perto da constelação de Orion. Recentemente, um astrónomo amador fotografou-a com um filtro que a obscureceu – revelando o cluster de estrelas Gaia 1.

A estrela em causa é Sirius, um sistema estelar binário, um dos mais próximos do Sol – apenas a 8 anos-luz de distância – e a estrela mais brilhante de todo o céu noturno, visível de quase todos os lugares da Terra, exceto das regiões mais setentrionais.

Conhecida desde a Antiguidade, esta estrela desempenhou um papel fundamental na manutenção do tempo e da agricultura no antigo Egito, uma vez que o seu retorno ao céu estava ligado à inundação anual do Nilo. Na mitologia da Grécia Antiga, representava o olho da constelação de Cão Maior, o cão que segue diligentemente Orionte, o Caçador.

As estrelas deslumbrantes, como Sirius, são uma bênção e uma maldição para os astrónomos. A sua aparência brilhante fornece muita luz para estudar as suas propriedades, mas também ofusca outras fontes celestiais que se encontram no mesmo ponto do céu.

Na imagem acima, obtida pelo astrónomo amador Harald Kaiser, no dia 10 de janeiro, em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, Sirius foi encoberta com um filtro.

Assim que o brilho de Sirius é removido, um objeto interessante torna-se visível à sua esquerda: o enxame estelar Gaia 1, observado pela primeira vez o ano passado, utilizando dados do satélite Gaia da ESA.

Gaia 1 é um enxame aberto – uma família de estrelas nascidas ao mesmo tempo e mantidas unidas pela gravidade – e está localizado a cerca de 15.000 anos-luz de distância.

O seu alinhamento, por acaso, ao lado de Sirius, manteve-o escondido de gerações de astrónomos, que têm varrido o céu com os seus telescópios nos últimos quatro séculos. Mas não para o olho inquisitivo do observatório Gaia, que traçou mais de mil milhões de estrelas na nossa galáxia Via Láctea.

Harald Kaiser soube da descoberta deste aglomerado durante uma conferência sobre a missão do Gaia e esperou zelosamente por um céu claro para tentar observá-lo, usando o seu telescópio de 30 cm de diâmetro.

Depois de cobrir Sirius no sensor do telescópio – criando o círculo escuro na imagem – conseguiu registar algumas das estrelas mais brilhantes do aglomerado Gaia 1.

Gaia 1 é um dos dois grupos de estrelas, anteriormente desconhecidos, que foram descobertos ao contar estrelas a partir do primeiro conjunto de dados de Gaia, que foi lançado em setembro de 2016.

Os astrónomos estão ansiosos pelo segundo lançamento de dados do Gaia, planeado para 25 de abril, os quais oferecerão vastas possibilidades para novas e emocionantes descobertas." (Fonte: Zap)

domingo, 4 de fevereiro de 2018

O Asno de Ouro, livro de Apuleio

"Tanto O asno de Ouro como Satyricon são as duas únicas obras latinas existentes que se podem aproximar daquilo a que modernamente se convencionou chamar romance. O Asno de Ouro terá sido escrito provavelmente entre o ano 160 e 170 da Era cristã, ou seja, cerca de um século depois do singular Satyricon. Misto de erotismo, de magia e de experiência iniciática, o relato das múltiplas aventuras do jovem Lúcio - transformado em burro e perseguido pelos caprichos da Fortuna implacável até encontrar o universo puro de Ísis e Osíris - constitui uma das obras clássicas mais justamente famosas e faz de Apuleio o último grande autor da Antiguidade pagã." (Fonte: Wook).

... mais informações sobre este livro na "Área Reservada".

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Túmulo com mais de 4 mil anos descoberto no Egito

"Arqueólogos egípcios descobriram o túmulo de uma sacerdotisa do Antigo Império, decorado com murais e pintura bem conservados, ao sul do Cairo. De acordo com o Ministério de Antiguidades, a tumba tem 4.400 anos.

O túmulo foi construído para Hetpet, sacerdotisa da deusa da fertilidade Hathor, divulgou o ministro de Antiguidades, Khaled al Anani, em coletiva de imprensa neste sábado (3). Os arquólogos acreditam que Hetpet era próxima da realeza egípcia da 5ª dinastia.

A descoberta foi realizada em um cemitério próximo às pirâmides de Gizé por uma equipe de arqueólogos egípcios dirigida por Mostafa Waziri, secretário-geral do conselho supremo de Antiguidades.

O cemitério abriga os túmulos de altos oficiais da V dinastia dos faraós (2494-2345 a.C.), alguns dos quais já foram escavados em missões arqueológicas anteriores, disse o ministro.

O estilo arquitetônico das tumbas, suas decorações, seus murais coloridos e sua entrada, que conduz a uma peça em forma de L, são todos próprios desta época. A tumba é feita de tijolos de barro e inclui pinturas em boas condições.

"Hetpet está representada em murais de pintura muito bem conservados, como nos de pesca e caça", segundo o ministro.

Durante a coletiva, ele afirmou que as escavações iriam prosseguir nesta área, com a esperança de que novas descobertas sejam feitas.

Nos últimos anos, o Egito autorizou a realização de vários projetos arqueológicos com a esperança de encontrar novos tesouros em um momento em que o setor turístico - um dos pilares da economia - não consegue decolar devido à instabilidade política e à falta de segurança no país." (Fonte: Euronews)