terça-feira, 25 de abril de 2017

Leonardo da Vinci - As Invenções do Génio

176Exposição

A mais completa e interativa exposição itinerante sobre a vida e obra deste homem do Renascimento.
A exposição dá vida às muitas invenções, máquinas e equipamentos que por ele foram idealizados e desenhados.



Cabala: Alcançando mundos superiores, livro de Michael Laitman

alcançando mundos superiores
"Cabala - Alcançando Mundos Superiores" é um primeiro passo rumo à descoberta da máxima conquista da ascensão espiritual em nossa vida. Este livro chega para todos aqueles que procuram respostas, que tentam encontrar uma maneira lógica e confiável de entender os fenómenos mundiais. Esta magnífica introdução à sabedoria da Cabala oferece um novo tipo de consciência que ilumina a mente, dá vitalidade ao coração e leva o leitor às profundezas de sua alma." (fonte: Sinopse)

Planeta Egito – Série completa do canal História

Planeta Egito – Série completa do canal História

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Rito Escocês Antigo e Aceito Loja de Perfeição (Graus 1.º ao 33.º), livro de Rizzardo da Camino

loja perfeiçãodo 1 ao 33"Durante mais de vinte anos nos dedicamos a escrever sobre os trinta e três Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Apresentamos esses Graus, agrupados, nos livros Simbolismo do 1.º, 2.º e 3.º Graus; Graus Inefáveis; Cavaleiro do Oriente, Príncipe Rosa Cruz e seu Mistérios, Kadosch e O Ápice da Pirâmide, obras que circulam pelo Brasil todo com várias reedições.
Faltava um compêndio que abrangesse em um só livro, todos esses 33 Graus, tanto para uma visão global como para facilitar o estudo. Evidentemente, baseados nos livros já lançados, embora com
alterações, entendemos escrever um só volume.
O trabalho será útil porque resume todo o Rito apresentando de forma simples e até didática, o nosso conceito a respeito da Maçonaria, vez que o Rito Escocês Antigo e Aceito é o mais propagado entre nós.
Por uma questão de convenção, em Lausanne, houve a separação dos Graus simbólicos e Filosóficos, porém, o Rito os abarca em um só conteúdo. Para melhor compreensão, fomos obrigados a "transcrever" passagens dos Rituais que colocamos entre aspas, porém, os unimos ao nosso
entendimento a respeito da filosofia global.
Esperamos que a utilidade de obre satisfaça aos leitores e estudioso da Arte Real. É evidente que o leitor, para amplificar a visão, deve munir-se das monografias e assim, terá, frente a leitura dos Rituais respectivos, um entendimento prático.
Nosso intuito não foi apresentar uma "obra-prima" reconhecemos desde já a existência de inúmeras falhas que devem ser relevadas. Destacamos que, precedendo cada Grau, colocamos o "Emblema
Heráldico" respectivo. Nós os pedimos por "empréstimo" (perdoem os Autores) da magnífica obra italiana Gli Emblemi Araldici Delia Massoneria, cujos emblemas coloridos são um primor artístico; infelizmente não pudemos colocá-los coloridos, mas em preto e branco; mesmo assim, nos dão um panorama brilhante da obra artística de Lorenzo Crinelli e Cario Pierallini.
A edição é da Convivio/Nardini Editore - Florença, Itália.
Não se trata de um "plágio", mas sim, de uma divulgação; o livro é de difícil aquisição eis que impresso no ano de 1988.
A Editora Madras envidou todos os seus esforços para apresentar um trabalho técnico admirável; a ela, os nossos agradecimentos. Entregamos, assim, aos leitores maçónicos, mais um "esforço" literários
e auguramos proveito e utilidade.
A todos, os nossos mais sinceros agradecimentos." (in Prefácio)

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Moral e Dogma do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria, livro de Albert Pike

moral e dogma1"É com orgulho que lançamos este livro, incompreensivelmente ainda inédito no Brasil até 2002. Albert Pike recompilou e estabeleceu as bases filosóficas, sociológicas, históricas, políticas, simbólicas e religiosas de todo o Rito Escocês Antigo e Aceito em seu livro de 1871, Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry. Tão importante é a influência de Albert Pike na Maçonaria, que sua leitura é, simplesmente, obrigatória. Nosso modesto trabalho é apenas o de tradução e publicação do que nosso Ir.·. Albert Pike estabeleceu.
A ele atribuímos as grandes ideias e conceitos construtivos. E a nós mesmos os erros que porventura estiverem contidos nesta carinhosa e dedicada tradução. Este lançamento é a tradução da primeira parte, que se refere aos Graus Simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre) desse livro.
Muitos de nós reclamam que temos vivido, ultimamente, sobre as glórias do passado. Sem dúvida, ao revermos a história do Brasil, verificaremos que, desde o início da Maçonaria no Brasil, passando por todo o período pré- e pós-Independência, continuando pelo da Abolição e até a República e sua implementação, a Maçonaria era formada pela mais alta elite intelectual e política brasileira. Todos os Ministros de Deodoro foram Maçons. Não por serem Maçons, mas porque as cabeças mais competentes do país pertenciam aos quadros da Maçonaria. A Maçonaria realmente dirigia a Nação.
É desolador comparar aquela Maçonaria pujante com a da segunda metade do século XX em diante. E hoje, início do século XXI, estamos à beira da mediocridade intelectual e política, vendo os fatos se sucedendo, sem termos a mínima capacidade organizacional nem a competência para agir.
A atividade Maçônica deve ser muito variada. Lembrando que se trata de uma instituição iniciática e aceitando o motto de que é “um sistema de moral velado por alegorias e ilustrado por símbolos”, é absolutamente necessário que se desenvolvam diversas atividades simultâneas.
Há que manter vivas as tradições, estudar profundamente seu simbolismo, exercitar a ritualística que mantém acesa a chama do simbolismo em nossos espíritos. Em nossa lida externa, dar o exemplo, praticar beneficência. E isto temos feito com algum sucesso. Se bem que, por incapacidade de assumir nosso verdadeiro papel perante a coletividade, perante o Povo e perante os Povos, temos estado cada vez mais herméticos – exercitando coisas em nossos Templos, e ainda tendo condições de nos dedicar a algumas raras e louváveis obras de benemerência.
Mas é só. Há que nos concentrarmos exatamente nessas imensas responsabilidades e tarefas, e não nos pequenos detalhes de nossa Ritualística em Loja ou nos limitar, externamente, a obras de beneficência. Sem trabalharmos efetivamente em tudo o que Pike nos lega, o que fazemos em Loja não passa de um teatrinho ridículo.
Pike diz: Sabedoria, Força e Beleza são forças que estão ao alcance de todas as pessoas; e uma associação de pessoas plenas dessas forças só pode exercer um imenso poder no mundo. Se a Maçonaria não o faz é porque parou de possuí-las.
Lendo esta obra, e precisamos fazê-lo muito atenta e carinhosamente, passamos a compreender todo o embasamento deste Rito tão difundido. Albert Pike Moral e Dogma 5 Mais importante do que compreender o embasamento, começaremos a entender a direção que ele dá a todos os Maçons, e a imensa responsabilidade que coloca sobre nossos ombros – isto é, sobre nosso intelecto, nossa vontade, nosso trabalho, nossos sentimentos e nossa fé. Ressalta a imensa responsabilidade que temos, tanto como indivíduos perante o próximo, perante a sociedade e perante a Nação, quanto como Organização, perante os Povos, perante as Nações e perante a História. Ou seja, responsabiliza-nos pelo futuro da Humanidade. Para tanto, nos dá os alicerces éticos, morais e de fé necessários para o desempenho dessa tarefa – da qual não podemos nos esquivar. Pensemos nisso.
Aquele que compreender e assumir todas essas responsabilidades maiores tem condições de pertencer à Instituição Maçônica e a fazer o que realmente se espera dele. Àquele que não o fizer, sugerimos pensar muito seriamente em pedir seu Quit Placet. Para continuar a disseminar os grandes preceitos Maçônicos, para o bem da Maçonaria de língua portuguesa, oportunamente estaremos lançando as partes seguintes, as dos Graus Filosóficos." (Fonte: Os Editores)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Biografia de António Arnaut revela dedo da maçonaria na criação do SNS

antonio arnaut1"Biografia de António Arnaut, o homem que ficou para a a história como o pai do Serviço Social de Saúde, revela as movimentações nos dias que antecederam a criação de uma das maiores conquistas sociais da Revolução
O segundo governo de Mário Soares estava por dias com a bancarrota à espreita e o Fundo Monetário Internacional (FMI) a bater à porta. O acordo para a intervenção era rubricado a 20 de julho de 1978, mas outras movimentações decorriam em paralelo e em acentuado secretismo na Avenida Defensores de Chaves, em Lisboa, que iriam marcar uma das maiores conquistas sociais. No seu gabinete o ministro dos Assuntos Sociais, António Arnaut, assinava, contra meio mundo, o despacho que criava o Serviço Nacional de Saúde (SNS), conseguindo que fosse publicado em Diário da República em apenas nove dias. As publicações tardavam semanas, mas Arnaut tinha um "amigo fraterno", membro da maçonaria, na Imprensa Nacional Casa da Moeda que ajudou a acelerar o processo para um tempo recorde. Aí estava a lei que passava a permitir o acesso universal e gratuito aos serviços de saúde.
As movimentações dos dias que antecederam a criação do SNS são contadas na primeira pessoa à boleia da biografia de António Arnaut escrita pelos jornalistas Luís Godinho e Ana Luísa Delgado. "Foi uma decisão monumental. Apanhei-me ministro sem querer, tinha a caneta na mão e escrevi aquele despacho. Os escritores escrevem livros, os ministros escrevem no Diário da República. Assinei-o e fui para casa", recorda, relatando que quando o "despacho foi publicado e a malta começou a acorrer aos hospitais, deixou de haver hipótese de recuo".
O despacho foi mantido em tal secretismo pelo "pai" do SNS e hoje presidente honorário do PS que a sua publicação viria a apanhar de surpresa os próprios camaradas de partido. Arnaut mantém a convicção de que agiu no momento certo. "Se o tempo entre a assinatura do despacho e a sua publicação em Diário da República fosse o normal para a época, ou seja, várias semanas, o mais certo seria ser revogado pelo novo governo ou, até, nem chegar a ser publicado. Foi por isso que fiz tudo o que estava ao meu alcance para agilizar o processo, incluindo o pedido de ajuda a esse amigo fraterno", justifica.
Arnaut fora iniciado maçon em 1974 e foi o primeiro governante do pós-25 de Abril a assumir publicamente pertencer à maçonaria quando era ministro dos Assuntos Sociais.
De resto, a criação do SNS tinha sido debatida numa reunião realizada no Grande Oriente Lusitano, com a presença de vários médicos maçons, na qual Arnaut pediu ajuda para concretizar aquela que foi a mais importante conquista social da Revolução, atribuindo a sua ousadia à iminente queda do governo.
O segundo executivo liderado por Mário Soares tinha definido outra estratégia para a criação do SNS, que apontava à sua implementação mas de forma gradual, recorrendo a experiências em três ou quatro distritos do Interior. "Se o governo não tem caído talvez hoje não tivéssemos um SNS como ele é, devido à pressão do CDS, às dificuldades orçamentais e financeiras, à crise. Estava inscrito no programa de governo, mas não havia dinheiro", recorda.
Além dos camaradas de partido, pouco interessados em abrir clivagens com o CDS, na altura parceiro de coligação, Arnaut enfrentaria ainda a poderosa Ordem dos Médicos, à época liderada por Gentil Martins.
Datado de 20 de julho de 1978 o Despacho Arnaut determinava que todas as pessoas "não abrangidas por quaisquer esquemas de proteção na doença" passam a integrar o SNS, dispondo gratuitamente de consultas de clínica geral e de especialidades médicas, serviços de enfermagem, internamento hospitalar, assistência medicamentosa e acesso a exames complementares de diagnóstico e tratamentos especializados.
Nunca uma reforma tinha alcançado tanto impacto na vida dos portugueses e nas contas do Orçamento do Estado, conseguindo o "ministro acidental" impor a sua principal bandeira política. É que a criação do SNS constava do programa apresentado ao Parlamento e era um imperativo inscrito na Constituição da República Portuguesa, aprovada dois anos antes." (Fonte: DN)

A 17 de Abril de 485 faleceu Proclo, filósofo grego (n. 412).

proclo"Proclo Lício (em latim: Proclus Lycaeus; Constantinopla, 8 de fevereiro de 412 — 17 de abril de 485), chamado de Proclo Diádoco ("Sucessor"; em grego: Πρόκλος ὁ Διάδοχος, transl. Próklos ho Diádokhos), foi um filósofo neoplatônico grego do século V. Teve o mérito de desenvolver a corrente de pensamento baseada em Platão, iniciada por Plotino e depois expandida por Porfírio e Jâmblico. Proclo combina os seu próprios pontos-de-vista com os de seus mestres - Plutarco, Siriano de Alexandria, Porfírio e Jâmblico.
Proclo nasceu em Constantinopla, de uma próspera família da Lícia na cidade de Xanto, seu pai, Patrício, era um advogado e estava em atividade na época, mas retornou depois para Xanto onde Proclo recebeu sua educação básica. Sabe-se que seus pais eram pagãos convictos (Marino de Neápolis os descreve como "de virtude excepcional") de modo que é interessante como seu Partrício operava durante o império de Teodósio II.
De Xanto, Proclo se mudou para a Alexandria onde seus estudo foram conduzidos pelo retórico Leonas que o recebeu e o tratou como filho, através de Leonas, Proclo foi apresentada para os mais distintos mestres da Alexandria que logo o ficaram cativados por sua habilidade, caráter e modeos. Ele estudou gramática com Órion, depois aprendeu latim para como seu pai, dedicar-se ao estudo da jurisprudência. Leonas precisou fazer uma viagem para Bizâncio e levou o jovem Proclo, de modo que este continuou seus estudos, mas ao voltar para Alexandria Proclo abandonou a retórica e a legislação para dedicar-se à filosofia da qual seu instrutor foi Olimpiodoro, o Velho. Ele também aprendeu matemática com Heron.
Seja pela confusão de suas doutrinas ou pela indistinção de seu modo de ensiná-las, Olimpiodoro raramente era compreendido por seus discípulos, porém Proclo, graças ao seu grande poder de memorização e compreensão, se tornou capaz de repetir todas as aulas aos seus colegas ao final de cada aula, quase que palavra por palavra, de acordo com Marino de Neápolis, Proclo sabia de cor todos os tratados filosóficos de Aristóteles. Olimpiodoro ficou tão impressionado com os feitos de Proclo, que concedeu a ele a mão de sua própria filha.(in Wikipédia)

O Companheirismo Maçónico, livro de Rizzardo da Camino

"Um texto riquíssimo que enobrece o já consagrado autor e ilumina os caminhos, quer do maçom praticante, quer das pessoas que queiram uma informação fidedigna, abalizada e cheia de autoridade sobre a Maçonaria." (in Wook)