"Corpus Hermeticum (também chamado de Hermetica) é o conjunto de textos escrito entre 100 e 300 d.C. na então província romana do Egito. É o resultado de um complexo sincretismo religioso, de múltiplas influências (inclusive egípcias). Ocorreu no período da Pax Romana (Paz Romana), que colocou o Egito em contato com o restante do Império Romano. Escrito na primeira pessoa por Thoth ou Hermes Trismegisto, contando as coisas que lhe revelou seu contato com o nous, espécie de divindade absoluta. Durante os séculos seguintes, atribuiu-se erroneamente a esses textos uma exagerada antiguidade, situando-o na época das grandes pirâmides. Tal atributo lhe valeu uma leitura reverente e atenta que teve importante influência na ciência do Renascimento, quando quase tudo o que fora escrito na Antiguidade era lido como revelação fundamental." (Fonte: Wikipédia)
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Descobertos milhares de fragmentos de uma estátua de um faraó egípcio
"Quase dois mil fragmentos de uma estátua gigante de um faraó egípcio foram descobertos no início do ano num bairro do Cairo. Os investigadores acreditam tratar-se de um colosso de Psamtik I.
Quem chega aos arredores da cidade do Cairo não imagina que no local começaram a surgir milhares de fragmentos de um colosso do faraó Psamtik I que desde o início do ano tem emergido da lama no bairro de Matariya. A equipa de investigadores alemães e egípcios já recolheu e identificou 1920 peças.
Três dedos e partes da saia real são alguns dos pormenores recolhidos do monarca (que viveu entre 664 e 610 a.C). Durante o seu reinado, o Egipto deixou de estar sujeito ao império assírio e recuperou alguns dos seus laços estrangeiros.
As duas primeiras peças foram recuperadas em Suq al Khamis no início do ano, a três metros de profundidade e no meio das ruínas de Heliópolis, a capital dedicada ao deus do Sol, Ra, e um dos mais importantes locais de culto do Antigo Egipto.
Até agora, os fragmentos foram retirados com muito esforço e até com a intervenção do exército egípcio. Um torso do colosso foi recuperado em toda a sua envergadura (8 metros).
Estudos preliminares sugerem que cerca de 2000 peças serão encontradas na próxima época arqueológica. A equipa composta por especialistas egípcios e alemães das universidades de Leipzig e Mainz permitiu chegar a algumas conclusões sobre o aspeto físico do faraó. Uma placa com o seu nome permitiu identificá-lo, após dúvidas de que poderia ser Ramsés II." (Fonte: Observador)
Quem chega aos arredores da cidade do Cairo não imagina que no local começaram a surgir milhares de fragmentos de um colosso do faraó Psamtik I que desde o início do ano tem emergido da lama no bairro de Matariya. A equipa de investigadores alemães e egípcios já recolheu e identificou 1920 peças.
Três dedos e partes da saia real são alguns dos pormenores recolhidos do monarca (que viveu entre 664 e 610 a.C). Durante o seu reinado, o Egipto deixou de estar sujeito ao império assírio e recuperou alguns dos seus laços estrangeiros.
As duas primeiras peças foram recuperadas em Suq al Khamis no início do ano, a três metros de profundidade e no meio das ruínas de Heliópolis, a capital dedicada ao deus do Sol, Ra, e um dos mais importantes locais de culto do Antigo Egipto.
Até agora, os fragmentos foram retirados com muito esforço e até com a intervenção do exército egípcio. Um torso do colosso foi recuperado em toda a sua envergadura (8 metros).
Estudos preliminares sugerem que cerca de 2000 peças serão encontradas na próxima época arqueológica. A equipa composta por especialistas egípcios e alemães das universidades de Leipzig e Mainz permitiu chegar a algumas conclusões sobre o aspeto físico do faraó. Uma placa com o seu nome permitiu identificá-lo, após dúvidas de que poderia ser Ramsés II." (Fonte: Observador)
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Hermes Trimegisto: A sete Leis universais (Caibalion)
"A Nova Acrópole apresenta esta serie com a leitura comentada feita pela professora Lúcia Helena Galvão Maya, de cada um dos 15 capítulos do livro "O CAIBALION" - texto que se propõe a explicar as 7 leis universais enunciadas pelo sábio egípcio HERMES TRISMEGISTO, em tempos imemoriais." (Fonte: Nova Acrópole - Brasil)
... veja aqui os 15 videos.
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Nabucodonosor: O Mistério Babilónico (Documentário Discovery Civilization)
"Mesopotâmia, a terra entre rios, fica entre os rios Eufrates e Tigre e já foi considerada o berço da cultura. Há mais de 2500 anos, uma metrópole imensa se ergueu no coração desta região, a Babilônia. O homem que a governou, tornou a cidade uma das maravilhas do mundo, e seu nome foi Nabucodonosor. As estruturas construídas pelo rei do Eufrates se tornaram mitos, como a imensa Torre de Babel e os seus magníficos jardins, que encantariam várias gerações futuras. Hoje restam somente cascalhos, mas arqueólogos modernos podem compreender o mundo perdido pelos fragmentos que restaram. A mais nova tecnologia preserva os sinais cuneiformes, a língua escrita mais antiga em milhares de tábuas, e os cientistas podem agora decifrá-las. As imagens podem trazer a cidade perdida da Babilônia de volta a vida e com ela vem uma compreensão maior de Nabucodonosor e da cosmologia dos babilônicos." (Fonte: Discovery Civilization)
... veja aqui o documentário.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017
Exposição: 300 anos de Maçonaria | Símbolos e Ritos 1717 - 2017
"Numa parede, fotografias de muitos dos cidadãos que constam da toponímia figueirense e nacional.
Adiante, nomes de dezenas de instituições fundadas, dirigidas ou protegidas por maçons ou com forte implantação maçónica.
E, claro, aventais, talvez o símbolo que os não maçons mais associam a uma organização que, diversas vezes perseguida ao longo da História e em múltiplos países, se mantém, se não já secreta, pelo menos ainda discreta. Há ainda faixas, insígnias, colares e jóias, o esquadro e o compasso, as romãs e o pelicano, a pedra bruta e a pedra cúbica, o significado do 3 e do triângulo. É toda uma linguagem simbólica, um universo de ritos e rituais que assinalam diferentes estágios da evolução pessoal ao serviço do colectivo, num caminho guiado pela divisa Liberdade Igualdade e Fraternidade.
Com o objetivo de assinalar a efeméride dos 300 anos da Maçonaria - data da fundação, em Londres, da primeira Grande Loja - e de descodificar um pouco este cosmo, a Sala de Exposições Temporárias 1 do Museu Municipal Santos Rocha acolhe, até de 25 de Outubro de 2017, a exposição «300 ANOS DE MAÇONARIA | SÍMBOLOS E RITOS 1717 - 2017».
Para além da exposição, é com um catálogo profusamente ilustrado que a Figueira da Foz - berço de maçons como Manuel Fernandes Tomás, António dos Santos Rocha, João de Barros, Pedro
Fernandes Tomás, Goltz de Carvalho, Gaspar de Lemos ou Joaquim de Carvalho, entre muitos outros - evoca os 300 anos da fundação da Grande Loja de Inglaterra - “a primeira obediência universal”- e dá a conhecer uma das mais enigmáticas e controversas organizações mundiais.
No passado sábado, dia 9 de Setembro, a exposição, patente desde 5 de Agosto, foi oficialmente visitada pelo Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Fernando Lima, entre outros representantes de diversas lojas maçónicas de todo o país, incluindo da maçonaria feminina, também profundamente enraizada na Figueira da Foz.
Numa breve introdução à mostra, que integra a recriação à escala real de um templo maçónico, com todos os seus símbolos, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, lembrou que a História da Figueira da Foz e a da Maçonaria portuguesa caminharam lado-a-lado em muitos momentos, mormente pela acção de homens como Santos Rocha, fundador do Museu Municipal, ou de Pedro Fernandes Tomás, que dá o nome à Biblioteca Municipal, que, actualmente, e à excepção do Museu Maçónico Português, estes dois equipamentos culturais figueirenses detêm um dos mais ricos e completos legados documentais, a que se alia um vasto espólio de insígnias e objectos, testemunho deste mundo secreto e discreto.
«Esta é uma forma de combater alguma opacidade que subsiste e de dar a conhecer uma História que está fortemente ligada, por exemplo, ao surgimento de inúmeras das nossas instituições, incluindo associações de instrução e solidariedade, bem como a grande parte dos momentos de avanço e conquistas civilizacionais», disse o autarca.
Exposição e catálogo foram vivamente elogiados por Fernando Lima, que saudou ainda a presença de representantes da Grande Loja Feminina de Portugal, que está também em destaque nesta mostra, com um conjunto de fotografias de Joshua Benoliel a evocar a condição da mulher portuguesa nos primórdios do Séc. XX, quando a maçonaria feminina começa a dar os primeiros passos, ainda sob tutela das lojas masculinas, em Lisboa - com a Loja Humanidade - e na Figueira da Foz, com a Loja 8 de Dezembro.
A exposição, que permite ao visitante vislumbrar a simbologia e a ritualística desta ancestral organização, está patente até 25 de Outubro de 2017, com entrada livre." (Fonte: Foz ao minuto)
... mais informações: www.udjat.pt
Adiante, nomes de dezenas de instituições fundadas, dirigidas ou protegidas por maçons ou com forte implantação maçónica.
E, claro, aventais, talvez o símbolo que os não maçons mais associam a uma organização que, diversas vezes perseguida ao longo da História e em múltiplos países, se mantém, se não já secreta, pelo menos ainda discreta. Há ainda faixas, insígnias, colares e jóias, o esquadro e o compasso, as romãs e o pelicano, a pedra bruta e a pedra cúbica, o significado do 3 e do triângulo. É toda uma linguagem simbólica, um universo de ritos e rituais que assinalam diferentes estágios da evolução pessoal ao serviço do colectivo, num caminho guiado pela divisa Liberdade Igualdade e Fraternidade.
Com o objetivo de assinalar a efeméride dos 300 anos da Maçonaria - data da fundação, em Londres, da primeira Grande Loja - e de descodificar um pouco este cosmo, a Sala de Exposições Temporárias 1 do Museu Municipal Santos Rocha acolhe, até de 25 de Outubro de 2017, a exposição «300 ANOS DE MAÇONARIA | SÍMBOLOS E RITOS 1717 - 2017».
Para além da exposição, é com um catálogo profusamente ilustrado que a Figueira da Foz - berço de maçons como Manuel Fernandes Tomás, António dos Santos Rocha, João de Barros, Pedro
Fernandes Tomás, Goltz de Carvalho, Gaspar de Lemos ou Joaquim de Carvalho, entre muitos outros - evoca os 300 anos da fundação da Grande Loja de Inglaterra - “a primeira obediência universal”- e dá a conhecer uma das mais enigmáticas e controversas organizações mundiais.
No passado sábado, dia 9 de Setembro, a exposição, patente desde 5 de Agosto, foi oficialmente visitada pelo Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Fernando Lima, entre outros representantes de diversas lojas maçónicas de todo o país, incluindo da maçonaria feminina, também profundamente enraizada na Figueira da Foz.
Numa breve introdução à mostra, que integra a recriação à escala real de um templo maçónico, com todos os seus símbolos, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, lembrou que a História da Figueira da Foz e a da Maçonaria portuguesa caminharam lado-a-lado em muitos momentos, mormente pela acção de homens como Santos Rocha, fundador do Museu Municipal, ou de Pedro Fernandes Tomás, que dá o nome à Biblioteca Municipal, que, actualmente, e à excepção do Museu Maçónico Português, estes dois equipamentos culturais figueirenses detêm um dos mais ricos e completos legados documentais, a que se alia um vasto espólio de insígnias e objectos, testemunho deste mundo secreto e discreto.
«Esta é uma forma de combater alguma opacidade que subsiste e de dar a conhecer uma História que está fortemente ligada, por exemplo, ao surgimento de inúmeras das nossas instituições, incluindo associações de instrução e solidariedade, bem como a grande parte dos momentos de avanço e conquistas civilizacionais», disse o autarca.
Exposição e catálogo foram vivamente elogiados por Fernando Lima, que saudou ainda a presença de representantes da Grande Loja Feminina de Portugal, que está também em destaque nesta mostra, com um conjunto de fotografias de Joshua Benoliel a evocar a condição da mulher portuguesa nos primórdios do Séc. XX, quando a maçonaria feminina começa a dar os primeiros passos, ainda sob tutela das lojas masculinas, em Lisboa - com a Loja Humanidade - e na Figueira da Foz, com a Loja 8 de Dezembro.
A exposição, que permite ao visitante vislumbrar a simbologia e a ritualística desta ancestral organização, está patente até 25 de Outubro de 2017, com entrada livre." (Fonte: Foz ao minuto)
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Arqueólogos egípcios encontram túmulo do rei Amenemhat
"Amenemhat era ourives de Amon, um importante deus da mitologia egípcia, e viveu na 18ª dinastia faraônica
Em uma entrevista coletiva realizada em frente ao túmulo na necrópole de Dra’ Abu el-Naga’, na margem ocidental do rio Nilo, em Luxor, o ministro de Antiguidades do Egito, Khaled Al-Anani, anunciou a “importante descoberta científica”.
Amenemhat era o encarregado do trabalho de ourivesaria dedicada a este importante deus da mitologia egípcia.
Em frente ao túmulo, esculpido na rocha, foi localizado um fosso, onde a missão arqueológica encontrou a múmia de uma mulher e dois irmãos da época do Reino Médio (2050 a.C.-1750 a.C.), e que estão sendo estudadas.
No interior do mausoléu, a danificada e restaurada escultura do ourives Amenemhat, sentado junto à sua mulher e com um de seus filhos entre suas pernas, observa impassível os visitantes que entram em sua última morada.
A estátua, que ainda conserva restos de pintura nos rostos dos que ordenaram a construção do mausoléu para seu eterno descanso, foi encontrada destruída antes de ser restaurada pela missão egípcia, que é composta por 66 membros.
Ahmed el Tayeb, um arqueólogo da missão que trabalha no túmulo há seis meses, contou à Agência Efe que o panteão da família do ourives foi reutilizado após o reino de Amenenmhat por pessoas da dinastia XX e XXI, que deixaram cinco múmias e três sarcófagos que ainda mantêm suas cores originais.
Sem tirar as luvas com as quais trabalha na restauração de um destes sarcófagos, Tayeb explicou que, nas citadas dinastias, os antigos egípcios costumavam usar cada ataúde como um túmulo separado, por isso cada um deles está decorado com desenhos e escritos rituais que falam sobre a morte.
Segundo o arqueólogo, na necrópole de Dra’ Abu el-Naga’ há pelo menos 350 túmulos de funcionários de alto escalão do antigo Egito.
Assim como em outros mausoléus da região, no túmulo do ourives foram encontrados óstracos (conchas de cerâmica), com detalhes sobre a vida naquela época, o que permite conhecer o dia a dia dos antigos egípcios.
Alguns dos itens achados – como joias de ouro, estatuetas, cones funerários e vasos de cerâmica, além de algumas partes dos sarcófagos da tumba descoberta – podem ser observados em uma vitrine colocada pela equipe arqueológica na entrada.
Nos cones funerários estão escritos nomes de faraós, cujos túmulos, segundo o diretor de Antiguidades de Luxor e o chefe da missão, Mustafa Waziri, ainda não foram descobertos.
Roro, Benti e Mati são alguns dos nomes reais encontrados pela expedição de Waziri, que explica esta descoberta: “É um grande incentivo para que continuamos com as escavações aqui e, se deus quiser, vamos encontrar mais túmulos”.
Para Waziri, a importância da descoberta deste túmulo se dá pelo fato de ser a segunda vez que uma missão composta unicamente por egípcios consegue tal feito, após o mausoléu de um prefeito da antiga Luxor, enterrado na mesma região, ter sido revelado em abril." (Fonte: Exame)
Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Tertúlia: Hermes Trimegisto (Hermes três vezes grande)
Organizada pelo recentemente criado Círculo Garibaldi, irá decorrer no próximo dia 28 de setembro de 2017, pelas 21H30, uma tertúlia subordinada ao tema: Hermes Trimegisto (Hermes três vezes grande).
A participação está aberta a todos os interessados, bastando para tal entrar em contacto com o Círculo Garibaldi através do seguinte email: circulogaribaldi@gmail.com.
De referir, que o Círculo Garibaldi tem por objetivo a realização de atividades de promoção e divulgação da Franco-Maçonaria, bem como dos diversos Ritos, a organização de tertúlias, conferências, publicações, etc., contando com o apoio da Associação Cívica Terra Fraterna.
... fonte: http://maconaria-memphismisraim.com/tertulia-hermes-trimegisto-hermes-tres-vezes-grande/
A participação está aberta a todos os interessados, bastando para tal entrar em contacto com o Círculo Garibaldi através do seguinte email: circulogaribaldi@gmail.com.
De referir, que o Círculo Garibaldi tem por objetivo a realização de atividades de promoção e divulgação da Franco-Maçonaria, bem como dos diversos Ritos, a organização de tertúlias, conferências, publicações, etc., contando com o apoio da Associação Cívica Terra Fraterna.
... fonte: http://maconaria-memphismisraim.com/tertulia-hermes-trimegisto-hermes-tres-vezes-grande/
sábado, 9 de setembro de 2017
O Homem e seus símbolos, livro de Carl G. Jung
"Inspirado em um sonho do autor e concluído apenas dez dias antes de sua morte, O homem e seus símbolos constitui uma tentativa de expor os princípios fundamentais da psicologia analítica jungiana para o leitor, sem qualquer obrigatoriedade de conhecimento especializado. Controverso, Jung enfrentou constantemente temas até então ignorados pela ciência, e reuniu nesta obra artigos que tratam dos mais diferentes assuntos: dos sonhos e das artes plásticas até o relacionamento pessoal e a estrutura da personalidade humana. As páginas ricamente ilustradas desta nova edição revista — com mais de quinhentas imagens — ajudam na compreensão, e a simplicidade da linguagem dá fluidez ao brilhante texto de Jung e seus colaboradores." (Fonte: Wook)
... mais informações sobre o livro na "Área Reservada".
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